O desaparecimento de três pescadores em São Francisco do Sul e Barra Velha, no Litoral Norte de Santa Catarina, completou uma semana nesta terça-feira (16). Após sete dias de trabalho intenso pelo mar, as buscas na água foram interrompidas.
Equipes procuram por corpo avistado no rio Itapocu, em Araquari – Foto: Corpo de Bombeiros/Reprodução/NDAgora, uma nova estratégia foi adotada pelo Corpo de Bombeiros, com varreduras diárias pela faixa de areia para tentar localizar vestígios que possam indicar a presença das vítimas na região.
Nesta terça, os bombeiros intensificaram as buscas pelo corpo que foi avistado no rio Itapocu, em Araquari. As equipes seguem pela extensão do rio e também pelas lagoas formadas por ele, mas, até o momento, nada foi encontrado.
SeguirInicialmente, havia a suspeita de que o corpo pudesse ser de um dos pescadores desaparecidos, mas agora o Corpo de Bombeiros acredita não se tratar de um deles, dada a localização onde o cadáver foi avistado – a cerca de dois quilômetros da foz do rio.
Pescadores sumiram em dias diferentes
De acordo com o capitão Jonas Talaisys, porém, nenhum outro desaparecimento no mar ou no rio em Barra Velha foi registrado nos últimos dias. “Não descartamos a possibilidade, mas não é nossa principal tese a de que seja o pescador desaparecido”.
O pescador ao qual Talaisys se refere é Olivio João da Silva, de 56 anos, visto pela última vez na localidade de Itajuba na terça-feira (9). O barco dele surgiu à deriva na praia de Barra Velha.
Além de Olivio, os amigos Adolar Angel e Sérgio Ignowsky também estão desaparecidos desde a última segunda-feira (8). Eles são de Joinville e sumiram próximo à Iha da Paz, em São Francisco do Sul.