As aulas presenciais seguem suspensas até o dia 12 de outubro em todo o Estado, mas muitos pais precisam trabalhar fora e não tem onde deixar os pequenos. Com isso cresceu a oferta das chamadas “creches clandestinas”.
A equipe do Balanço Geral convesou com a proprietária do Centro de Educação Infantil, Simone Almeida, o promotor e coordenador do Centro Infância e Juventude do MPSC, Marcelo Wagner, a diretora de Vigilância em Saúde, Priscilla Valler dos Santos e a advogada, Simone Heinrich de Araújo Rego, sobre o caso. Confira!