Criança é morta com ferimento no pescoço por padrasto, que é morto em confronto em SC

O acusado não aceitou o fim do relacionamento com a companheira e, como punição, esfaqueou a filha dela. Criança completaria 8 anos no próximo dia 14 de junho

Redação ND Florianópolis

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Os sonhos de uma menina, de 7 anos, foram interrompidos pela violência doméstica do padrasto, de 41 anos, no início da noite desta segunda-feira (30), em Itajaí. A criança foi ferida no pescoço pelo homem, que é servidor público municipal, após uma discussão com a mãe da vítima, de 39 anos.

A menina completaria 8 anos no próximo dia 14 de junho. O homem foi morto em confronto com a GMI (Guarda Municipal de Itajaí).

Segundo a Polícia Militar de Santa Catarina, o homem utilizou uma faca de açougueiro para cometer o crime no bairro Espinheiros. Ele fugiu do local do crime para uma área de mata. Pouco tempo depois, o homem entrou em confronto com a GMI (Guarda Municipal de Itajaí) e acabou morto. Não há mais informações sobre a dinâmica da ação das forças de segurança.

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Faca de açougueiro utilizada pelo criminoso para matar a criança – Foto: Divulgação/NDFaca de açougueiro utilizada pelo criminoso para matar a criança – Foto: Divulgação/ND

De acordo com as informações preliminares, o acusado não aceitou o fim do relacionamento com a companheira e, como punição, esfaqueou a filha dela. O homem ainda cortou os dedos do outro filho da ex-companheira, de 16 anos, mas que aparentemente está estável.

A menina ainda foi socorrida até a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) do bairro Cordeiro, mas não resistiu aos ferimentos. Os profissionais de saúde confirmaram a violência sexual contra a menina, que também foi degolada.

Também de acordo com a PM, o acusado possui registros de ocorrência contra o pai das crianças que são vítimas, em 2017, por ameaça. Em 2019, o acusado ainda teria tirado uma foto com a menina sem roupa no colo e, por isso, também estaria respondendo por essa ação.

Atualização (31/05, 14h): A informação inicial repassada oficialmente pela PM (Polícia Militar) era de que a vítima havia sido estuprada pelo padrasto. No entanto, nesta terça-feira (31), a polícia voltou atrás e não confirmou o crime. A reportagem foi atualizada para trazer a informação correta.

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