Cubano que morreu em briga de funcionários morava em empresa na Grande Florianópolis

Caso aconteceu na noite da sexta-feira (12), em Tijucas, na Grande Florianópolis; cubano foi arrastado e morto em briga de funcionários

Foto de Gabriela Ferrarez

Gabriela Ferrarez Florianópolis

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O cubano de 59 anos que morreu após uma briga com dois colegas de trabalho, em Tijucas, na Grande Florianópolis, morava na empresa de artefatos de cimento onde era funcionário. Segundo a Polícia Civil, ele foi morto dentro do alojamento em que ele e os suspeitos dormiam.

Cubano que morreu em briga de funcionários morava dentro de empresa na Grande FlorianópolisCaso aconteceu na noite de sexta-feira (12). Laudo pericial aponta que vítima teve choque hemorrágico por sangramento na região do pescoço – Foto: PMSC/Divulgação/ND

Câmera de segurança filmou briga de funcionários

O caso aconteceu na noite da sexta-feira (12) no bairro Itinga, no interior do município na Grande Florianópolis. Conforme a PMSC (Polícia Militar de Santa Catarina), as câmeras de segurança da empresa registraram três homens no que parecia ser o início de uma briga de funcionários.

Ainda segundo a PMSC, os três teriam se desentendido e, em seguida, entrado em um dos cômodos da empresa, mas as imagens mostram que apenas dois deles saíram do local.

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O delegado do caso, Rodrigo Dantas, diz que as câmeras mostram a vítima sendo arrastada para dentro do alojamento após a briga de funcionários. No cômodo, que não tem monitoramento, ele teria morrido após ter sido esfaqueado no pescoço.

Segundo o MPT-SC (Ministério Público do Trabalho) é permitido que trabalhadores vivam em alojamentos no local de trabalho, desde que o ambiente ofereça uma estrutura básica necessária.

A PMSC não soube informar sobre as condições do alojamento onde o crime aconteceu e se isso tem ligação com a motivação da morte do cubano.

Chefe encontrou funcionário morto e cadeado trocado

Quando o proprietário da empresa foi até o local, no final da tarde de sábado (13), viu que o cadeado da entrada estava trocado e precisou estourar a tranca.

À polícia, o empresário afirmou ter visto sangue no chão e, em seguida, encontrado o funcionário já morto.

Conforme a PM, os dois colegas de trabalho que discutiram com a vítima pouco antes da morte fugiram. Um deles tem 36 anos e é natural do Ceará e o outro é um venezuelano de 27 anos.

A prisão preventiva dos suspeitos foi decretada na segunda-feira (15), mas dois não tinham sido localizados até a última atualização do texto.

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