Dois suspeitos de matarem jovens com requintes de crueldade em Araranguá são presos

Um foi preso temporariamente em Turvo e outro em Araranguá na manhã desta quinta-feira (12)

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Redação ND* Criciúma

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Dois suspeitos de envolvimento no duplo homicídio das jovens Gabriela Silva Rocha, de 21 anos, e Karoline de Souza, de 24, foram presos nesta quinta-feira (12). Um deles foi detido em Araranguá, no Sul catarinense, e outro no município de Turvo.

Dois suspeitos de mataram jovens com requintes de crueldade em Araranguá são presos – Foto: Divulgação/NDDois suspeitos de mataram jovens com requintes de crueldade em Araranguá são presos – Foto: Divulgação/ND

A operação, que envolveu a Polícia Civil e Militar nesta manhã, se deu uma semana após os corpos das jovens serem encontrados no Rio de Araranguá. As amigas estavam amarradas, amordaçadas e com degolas no pescoço.

Além das prisões, a investigação cumpriu mandados de busca e apreensão na casa dos envolvidos. Conforme a polícia, um deles, localizado em Araranguá, também foi atuado, junto com uma mulher, por posse irregular de arma de fogo.

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Segundo o delegado Jair Pereira Duarte, responsável pelo caso, os dois suspeitos, de 24 e 27 anos, foram presos temporariamente e encaminhados ao Presídio de Araranguá.

“As investigações continuam. O inquérito tem um prazo para ser concluído e mais diligências serão cumpridas nos próximos dias”, revelou.

O delegado não deu detalhes sobre a identidade dos suspeitos. “As informações sobre parentesco, nível de proximidade e tipo de crime serão divulgadas mais tarde”, disse.

Mortas à beira do rio

As vítimas desapareceram no dia 2 deste mês no bairro Coloninha, onde moravam juntas. Três dias depois, os seus corpos foram localizados no Rio de Araranguá.

Jovens desaparecidas são encontrados mortas em rio de Araranguá – Foto: Internet/Reprodução/NDJovens desaparecidas são encontrados mortas em rio de Araranguá – Foto: Internet/Reprodução/ND

“Ao que tudo indica, elas foram amordaçadas dentro de casa, porque há testemunhas que ouviram grito delas. O canil da PM depois fez o trajeto e conseguiu marcar por onde elas foram. Provavelmente, alguém auxiliou os autores até o local onde elas foram executadas, que provavelmente foi a beira do rio”, detalhou.

*Colaboração Portal Agora 

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