Ex-funcionário de cooperativa de crédito de Rodeio que desviou mais de R$ 60 mil é indiciado

Ele subtraia os valores de clientes que não tinham o hábito de movimentar as contas e até mesmo de clientes já falecidos

Redação ND Blumenau

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O ex-funcionário de uma cooperativa de crédito de Rodeio, no Médio Vale do Itajaí, foi indiciado nesta quarta-feira (14), pela Polícia Civil, pelo crime de furto qualificado pelo abuso de confiança e por fraude. Isso porque, conforme as investigações, durante o período de oito meses ele desviou R$ 60.910,00 da conta de clientes.

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    Pertences foram recolhidos pela Polícia Civil e serão repassados para a instituição lesada - Divulgação/Polícia Civil/ND
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    Pertences foram recolhidos pela Polícia Civil e serão repassados para a instituição lesada - Divulgação/Polícia Civil/ND
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A Polícia Civil começou a investigar o caso em julho deste ano, após receber uma denúncia do crime praticado por um funcionário da instituição bancária, que estaria se aproveitando de sua função para subtrair valores da conta de clientes.

Durante a investigação, foi contatado que o ex-funcionário subtraiu o valor de R$ 60.910,00 por meio de nove operações fraudulentas das contas de clientes entre o período de 18 de dezembro de 2020 a 13 de agosto de 2021.

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O investigado, tentando não ser descoberto, se aproveitava de informações estratégicas da cooperativa para realizar a subtração dos valores de contas de clientes que não tinham o hábito de movimentar as contas e até mesmo de clientes já falecidos.

No curso da investigação, o Setor de Investigação conseguiu identificar que o investigado teria adquirido um veículo e também celular com os valores desviados. Diante dos fatos, o delegado pediu pelo sequestro dos bens, medida que foi atendida pelo Ministério Público e decretada pelo Poder Judiciário.

Nesta quarta-feira (14), após a expedição da ordem judicial, o recolhimento dos bens foi realizado em Blumenau. Os objetos serão revertidos à instituição financeira, considerando que ela suportou todo o prejuízo causado. O crime tem pena de reclusão de 2 a 8 anos.

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