A família do pedreiro Danilo Damião Cordeiro da Silva, de 39 anos, veio a Florianópolis para buscar informações sobre ele, que está desaparecido desde o dia 10 de dezembro.
Morando em Florianópolis há cerca de um ano, ele foi visto pela última vez no bairro Rio Vermelho, no Norte da Ilha de Santa Catarina. A SOS Desaparecidos, da Polícia Militar, confirmou o desaparecimento da vítima, mas não deu maiores detalhes sobre a investigação.
SOS Desaparecidos investiga circunstâncias do caso do pedreiro desaparecido – Foto: Arquivo Pessoal/Divulgação/NDDanilo Damião morava em um sobrado, em um terreno onde também viviam colegas de trabalho e seu chefe. Ele deixou o município de origem, Itanhaém, no Litoral de São Paulo, há cerca de um ano e seis meses. Depois de um período morando em Curitiba, no Paraná, ele veio para Florianópolis
Seguir“A última vez que falei com meu filho foi no sábado, dia 9 [de dezembro]. Todo sábado nós fazíamos videochamada. Todo dia ele mandava mensagem pedindo benção”, afirma a mãe do pedreiro desaparecido em Florianópolis, Maria Cordeiro, que vive em Itanháem. “Ele me respondeu às 15h30 da tarde, dizendo que estava trabalhando”.
Três dias depois, numa terça-feira, Maria recebeu mensagem de um dos colegas de Danilo. Àquela altura, os colegas estranhavam a ausência do pedreiro em um churrasco realizado no domingo, no terreno compartilhado da casa, e no expediente de segunda-feira.
O rapaz perguntou se Damião já tinha chego em Itanhaém. A família estranhou, uma vez que não havia viagem marcada pelo filho para São Paulo
Padrasto e irmã vieram para Florianópolis
A irmã e o padrasto de Danilo Damião vieram para Florianópolis no domingo seguinte, para tentar descobrir o paradeiro do pedreiro desaparecido em Florianópolis. Eles foram na Delegacia de Desaparecidos e no IML (Instituto Médico Legal), mas não conseguiram detalhes.
Segundo Maria, uma irmã de Danilo compareceu na casa do pedreiro. Ao chegar no quarto, encontrou as roupas espalhadas pela cama, uma mochila e os documentos deixados no local. “Peço que ele entre em contato para pelo menos aliviar meu coração. Não aguento mais”, desabafa a mãe.
*A reportagem conta com informações da produção do Cidade Alerta, da NDTV.