Fiação elétrica de igrejas e escolas de Criciúma vira alvo de ladrões; entenda

Segundo a polícia, apenas um homem é responsável por ter furtado mais de 11 quilos de fios elétricos na cidade nos últimos dias

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Redação ND Criciúma

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A PM (Polícia Militar) atendeu nos últimos dias, pelo menos, três ocorrências envolvendo furtos à fiação elétrica de igrejas e escolas em Criciúma, no Sul catarinense. Estima-se que mais de 12 quilos de fios elétricos foram levados por ladrões.

Fiação elétrica de Criciúma tem sido alvo de ataque de ladrões – Foto: Divulgação/PM/NDFiação elétrica de Criciúma tem sido alvo de ataque de ladrões – Foto: Divulgação/PM/ND

Apenas um suspeito foi responsável pela maioria dos ataques à fiação elétrica na cidade. Segundo a PM, na quinta-feira (23), ele tentou levar cerca de cinco quilos de fios de uma igreja em construção no bairro Santo Antônio, mas acabou preso.

Solto em seguida, o suspeito voltou a atuar na cidade nesse sábado (25), dessa vez, o bairro escolhido foi o Vila Floresta. Na localidade, ele tentou furtar a fiação de um pavilhão, mas foi questionado por um morador e fugiu deixando os fios no local.

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A PM acabou sendo acionada e encontrou o homem na Avenida Luiz Lazzarin em luta corporal com um vigilante. Na oportunidade, ele acabou sendo preso novamente e os cinco quilos de fios recuperados.

Outro suspeito de cometer os crimes na cidade também foi preso no sábado (25). Segundo a guarnição, o criminoso entrou em uma escola na área central da cidade e levou mais de 1,6 quilo de fio de cobre.

Fiscalização intensiva

Diante desse cenário, tanto em Criciúma quanto em outros municípios do Estado, a Delegacia Geral da Polícia Civil determinou a intensificação das medidas de repressão aos furtos e receptação de fiação elétrica em Santa Catarina.

De acordo com o delegado-geral Marcos Flávio Ghizoni Júnior, serão ampliados os trabalhos de inteligência e as operações para combate a esse tipo de conduta criminosa.

Os furtos de fiação e também nas unidades de subestações têm gerado prejuízos e riscos ao fornecimento do serviço. A ação foi alinhada no início do mês numa reunião entre a cúpula da Polícia Civil e a direção da Celesc.

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