Após 11 anos foragido, homem que matou a ex foi preso pela Polícia Civil de Santa Catarina, em Curitiba, na última quarta-feira (29). Ele é o mandante do duplo homicídio ocorrido em 2013, em Florianópolis. A prisão só foi divulgada pela Polícia Civil do PR nesta segunda-feira (03).
Foragido há 11 anos, homem que matou a ex foi preso em Curitiba por crime ocorrido em Florianópolis, em 2013 – Foto: PCPR/Reprodução/NDO foragido, um idoso de 67 anos, estava escondido no bairro Capão Raso, na capital paranaense. Condenado a 32 anos e 8 meses de prisão em regime inicialmente fechado, em julgamento realizado em 2019, o criminoso estava há 11 anos foragido.
O crime, que teve grande repercussão na época, envolveu a contratação de um executor para matar a ex-esposa do mandante e seu atual companheiro. Ambos foram assassinados com disparos de arma de fogo no interior de uma residência no bairro Agronômica, na capital catarinense.
SeguirHomem que matou a ex em 2013 ficou 11 anos foragido no PR
O crime aconteceu no dia 6 de novembro de 2013, em Florianópolis, ocasião em que o homem que matou a ex, junto com um comparsa, efetuou disparos de arma de fogo matando Michelle Prokopenko, e o atual namorado dela, Antônio Varela da Silva.
Na época do ocorrido, o comparsa que efetuou os disparos foi preso pela Guarda Municipal de Florianópolis logo após o crime, enquanto tentava fugir do local do crime em um Renault Clio.
Enquanto isso, o mandante fugiu para o Paraná, onde permaneceu 11 anos foragido, até ser localizado e preso na última quarta-feira (29). Ele havia sido condenado a 32 anos e oito meses de prisão em regime fechado.
O comparsa foi preso e autuado em flagrante na época, com um revólver calibre 38 com numeração raspada. Em seu veículo, foram encontrados munições, documentos pessoais e cartões bancários de Antônio, assim como o celular de Michelle.
Polícia Civil do Paraná prendeu homem que matou a ex em 2013, em Florianópolis, na última quarta-feira (29); ele estava foragido no bairro Capão Raso, em Curitiba – Foto: PCPR/Reprodução/NDCrime ocorreu por homem não aceitar fim da relação com a ex
A Polícia Civil destacou que o crime teria sido duplamente qualificado. Segundo os autos, o homicídio impossibilitou qualquer meio de defesa das vítimas, visto que os disparos atingiram a cabeça das vítimas.
Segundo a perícia, o rosto de Michelle continha vestígios de pólvoras, o que indicava que o tiro teria sido a “queima roupa”.
O homem que matou a ex já tinha diversas passagens pela polícia por pensão alimentícia (2015), tráfico de drogas, corrupção ativa, posse ilegal de armas (2014) e receptação (2011).