Uma força-tarefa foi montada pela PC (Polícia Civil) de Minas Gerais para a identificação das vítimas da tragédia nos cânion em Capitólio. Até o momento, segundo o Corpo de Bombeiro, sete pessoas morreram, 32 ficaram feridas e outras três seguem desaparecidas depois que uma rocha desabou e atingiu lanchas. As informações são do portal O Tempo.
Acidente ocorreu na tarde deste sábado (8).De acordo com a Polícia Civil, não foi possível identificar nenhuma das vítimas devido ao estado dos corpos. O chefe de divisão de medicina legal do interior, Marcela Sena Braga, disse em coletiva de imprensa que os corpos foram para a medicina legal de Passo para serem identificados.
A perícia fará, além de exames para identificação dos corpos, testes complementares, como toxicológico.
SeguirA digital de cada uma das vítimas será analisada porque como o acidente ocorreu em um momento de lazer aquático há possibilidade de que a maioria das vítimas estavam sem documento.
O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), se solidarizou com as famílias das vítimas mortas no acidente.
“Sofremos hoje a dor de uma tragédia em nosso Estado, devido às fortes chuvas, que provocaram o desprendimento de um paredão de pedras no lago de Furnas, em Capitólio. O Governo de Minas está presente desde os primeiros momentos através da Defesa Civil e Corpo de Bombeiros. Os trabalhos de resgate ainda estão em andamento. Solidarizo com as famílias neste difícil momento. Seguiremos atuando para fornecer o apoio e amparo necessários”, escreveu.