Um detalhe mórbido na carta enviada por Monique Medeiros a sua nova defesa, divulgando neste domingo (25), chamou atenção. Ela está em prisão temporária, sob suspeita no caso da morte de seu filho, o menino Henry Borel, de apenas 4 anos. No documento, ela afirma que foi “a melhor mãe que o filho poderia ter tido”.
Henry Borel, de apenas 4 anos, morreu em 8 de março; laudo indicou 23 ferimentos que geraram hemorragia interna e laceração hepática – Foto: Reprodução/InstagramEla e seu namorado, o vereador carioca Dr. Jairinho, são apontados como principais suspeitos da morte do menino. Monique pede para prestar novo depoimento à Polícia, mas o delegado Henrique Damasceno, que está à frente do caso, não pretende atender ao pedido da defesa.
“Não há um novo depoimento. Ela apenas está mudando os fatos, mudando a versão”, disse, argumentando que para Monique resta provar que o que está dizendo é verdade.
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Dr. Jairinho, padrasto e Monique, mãe do menino Henry no Domingo Espetacular – Foto: ReproduçãoNa carta, ela revela que na madrugada da morte do filho, foi Jairinho quem esteve no quarto primeiro. Monique argumenta que foi acordada pelo namorado contando que o filho não estava bem. Acusou ainda Dr. Jairinho de tê-la dopado com remédios que seriam para dormir e argumentou que, ao chegar no quarto, o filho estava no chão.
Como Henry morreu
De acordo com o laudo complementar do IML (Instituto Médico Legal) sobre a morte do menino Henry Borel, no dia 8 de março, ele morreu em decorrência de uma forte pancada no fígado. O documento de autópsia revela as perguntas feitas aos peritos. Segundo conclusão do laudo, a pancada provocou uma hemorragia no órgão, o que levou o menino a óbito em poucos minutos.
Monique mudou de discurso desde que trocou seu advogado de defesa, passando. Na carta, ela afirma ser inocente, levantando sérias suspeitas única e exclusivamente a Dr. Jairinho.