Funcionário da Caixa Econômica Federal é investigado por desvio de R$ 2,3 milhões em SC

O funcionário da Caixa Econômica Federal de São José do Cedro, no Extremo-Oeste do estado, é alvo da operação Aposta Perdida, deflagrada pela Polícia Federal nesta quarta-feira (23)

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Caroline Figueiredo Chapecó

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Funcionário da Caixa Econômica Federal é investigado por desvio de R$ 2,3 milhões em SCO funcionário da Caixa Econômica Federal de São José do Cedro teria desviado milhões. – Foto: Polícia Federal/ND

Um funcionário da Caixa Econômica Federal do município de São José do Cedro, no Extremo-Oeste de Santa Catarina, está sendo investigado suspeito de desviar cerca de R$ 2,3 milhões da agência onde trabalhava.

Na manhã desta quarta-feira (23) a PF (Polícia Federal) cumpriu mandado de busca e apreensão na cada do funcionário por meio da operação Aposta Perdida.

Conforme a PF, as investigações indicam que o funcionário da Caixa Econômica Federal fazia saques sem contrapartida e pagava boletos com dinheiro do caixa, sem fazer a compensação.

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Funcionário da Caixa Econômica Federal usou dinheiro indevidamente

O suspeito também utilizava valores indevidamente recebidos em apostas feitas em vários tipos de jogos de azar.

A PF destaca que a operação visa recuperar supostos valores desviados e apreender um carro possivelmente comprado com dinheiro desviado, além de encontrar outros elementos de prova.

O funcionário da Caixa Econômica Federal poderá responder por peculato, crime que tem como pena máxima 12 anos de prisão.

O que diz a Caixa Econômica Federal?

Em nota, a Caixa Econômica Federal informou que instaurou procedimento administrativo para apurar as denúncias. O banco destacou que não divulga informações sobre possíveis denúncias ou procedimentos disciplinares envolvendo empregados, alegando a necessidade de preservar o sigilo e os dados pessoais dos envolvidos.

A instituição também ressaltou que, ao identificar indícios de fraudes ou golpes, atua em conjunto com os órgãos de segurança pública. Segundo a Caixa, as informações sobre esses casos são sigilosas e repassadas exclusivamente à Polícia Federal e demais autoridades competentes para investigação.

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