O furto de aparelhos celulares é uma das práticas mais recorrentes no mundo do crime. Tanto pela facilidade quanto pela impunidade, trata-se de uma ocorrência banal na segurança pública.
Em Santa Catarina, só em 2024, quase 15 mil aparelhos celulares foram furtados. O número ainda é menor do que o registrado no ano anterior: 19,4 mil furtos.
Recentemente um homem chamou a atenção da internet, em Santa Catarina, ao revelar uma saga envolvendo seu aparelho avaliado em R$ 7 mil, onde ele tinha conhecimento do paradeiro do equipamento, mas nada pode fazer.
SeguirEm um enredo quase cinematográfico, contou que foi a uma festa, em Camboriú, quando teve seu iPhone furtado.
A partir daí ele descreve uma história, com auxílio do rastreador do equipamento, onde o celular “foi” a Porto Belo, Palhoça e, por último, em São José.
Chegou a mapear o aparelho, ao longo dos dias, em uma residência, em um veículo preto, mas não pode fazer nada em ambos os casos.
Contou que levou o caso à PMSC (Polícia Militar de Santa Catarina), à PCSC (Polícia Civil de Santa Catarina), mas esbarrou na burocracia e na falta de efetivo.
Um caso que expõe a fragilidade do Estado diante de uma indústria em pleno funcionamento.
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