Denis Piccoli Ramos, genro do ex-médico Roger Abdelmassih, foi morto em tiroteio envolvendo três homens armados e um policial. Ele chegava em casa com sua esposa, Soraya Ghilardi, quando o crime aconteceu.
A moto BMW que Denis pilotava, avaliada em mais R$ 80 mil, chamou atenção dos bandidos. Os três assaltantes estavam em duas motos e chegaram a atirar quando o empresário estava esperando para entrar no seu condomínio.
Câmeras de segurança flagram momento em que genro de Roger Abdelmassih é morto em São Paulo – Foto: CNN BrasilO caso aconteceu na tarde de domingo (26), no bairro do Morumbi, Zona Sul de São Paulo. O tiroteio chamou a atenção de um policial militar que estava de folga e passeava pelas proximidades. Segundo o boletim de ocorrência, ele ouviu o barulho de tiro e “decidiu parar e interferir”.
SeguirEmpresário foi atingido no peito e não resistiu
Durante o tiroteio, o empresário foi atingido no peito, chegou a ser socorrido por familiares, mas morreu antes de chegar no hospital. Os três suspeitos também foram baleados, sendo que um deles morreu na hora.
Soraya Ghilardi, que é filha de Roger Abdelmassih, estuprador em série condenado a abuso sexual, contou à polícia que notou quando o marido acelerou mais, “como se estivesse fugindo de algo”. Ela se abaixou ao ouvir os tiros, enquanto ele foi atingido e não resistiu.
Entre as motos usadas pelos criminosos, uma já tinha queixa de roubo. A polícia investiga de qual arma saiu o disparo que matou o empresário. O caso foi registrado no 34º DP da Vila Sônia e será investigado pelo Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC).
Quem foi Roger Abdelmassih
Roger Abdelmassih é um ex-médico brasileiro, especialista em reprodução humana. Estuprador em série, foi condenado a 278 anos de prisão por 52 violações e quatro tentativas.
Estuprador em série, Roger Abdelmassih foi condenado a 278 anos de prisão – Foto: Agência Brasil/Divulgação/NDO caso chocou o Brasil pois Roger abusava sexualmente de suas próprias pacientes. Ele teve sua primeira entrada no sistema prisional decretada em agosto de 2009.
A Justiça de São Paulo negou no fim de outubro o pedido feito pela defesa do ex-médico para que ele fosse transferido para uma “prisão domiciliar humanitária”.
*Com informações da CNN Brasil