Gloria Perez acredita que filha Daniella foi vítima de ritual satânico; entenda

Relatos de atores e forma como o corpo foi encontrado levaram advogados e família de Daniella a defenderem hipótese macabra

Redação ND Florianópolis

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O assassinato brutal de Daniella Perez, em 1992, veio novamente à tona após uma série sobre o crime se tornar uma das produções mais assistidas do país.

Daniella Perez foi assassinada em 1992 – Foto: Reprodução/NDDaniella Perez foi assassinada em 1992 – Foto: Reprodução/ND

Até o momento foram liberados apenas dois episódios e a expectativa é de que nos próximos a série mergulhe nos fatos que a levaram ao nome Pacto Brutal. As informações são do Metrópoles.

Os advogados da família de Daniella e a própria Gloria Perez, mãe da jovem e autora da novela De Corpo e Alma, acreditavam na possibilidade da atriz ter sido vítima de um ritual macabro. A tese, no entanto, não foi comprovada.

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Relatos como o do autor Maurício Mattar, que disse que Guilherme de Pádua e Paula Thomaz seriam adeptos de uma seita e cultuavam uma estátua de gesso chamada Chicão fortaleceram os indícios. Mas, há outras pistas.

O corpo de Daniella, por exemplo, foi encontrado em um círculo queimado ao pé de uma árvore. Além disso, a atriz foi morta na última segunda-feira do ano, em noite de lua cheia, conhecida como a lua dos sacrifícios.

Na palma da mão direita da atriz também havia uma mancha avermelhada que a perícia não conseguiu dizer o que era, mas que descartou a possibilidade de ser qualquer substância conhecida, incluindo sangue.

O tronco da árvore também estava manchado com a mesma substância. Por fim, os ferimentos no peito dela ainda formavam um círculo ao redor de seu coração.

“O uso do punhal é muito comum nesse tipo de ritual e, para seus adeptos, o coração é a sede da alma”, disse o legista Talvane de Moraes na época do crime, para um veículo de imprensa. “O coração foi a região mais golpeada no corpo da vítima”, completou.

Apesar dos indícios, vale destacar que a tese que prevaleceu na Justiça foi de que Guilherme de Pádua assediava a vítima para que pudesse obter mais destaque em De Corpo e Alma, já que ela era filha da autora.

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