Durou apenas meia hora a audiência com 16 entidades de corporações civis e militares da estrutura da segurança pública de Santa Cataria com o secretário da Administração, Jorge Tasca.
Profissionais da Segurança Pública em SC podem ter reposição salarial – Foto: Prefeitura de Chapecó/Divulgação/NDOs dirigentes entregaram um documento com estudos sobre os índices de inflação dos últimos sete anos e apelaram ao governo para que sinalize com alguma reposição.
As diferentes associações estão unidas pela primeira vez nas reivindicações por melhoria salarial. Até então os encaminhamentos eram de forma isolada ou, no máximo, por corporações, com a junção de Policiais Militares com Bombeiros Militares. A Aprasc vinha mobilizada há mais de dois anos.
SeguirOs presidentes e diretores presentes na audiência apresentaram os dados inflacionários do IBGE, do IPCA e outros, dando uma média acumulada de perdas de 45% nestes últimos sete anos.
Admitiram que neste ano não há condições legais de concessão de qualquer reajuste para compensar as perdas, em função de legislação federal proibitiva. Mas apelaram pelo pagamento mínimo de 10%, a partir de janeiro de 2022.
O secretário Jorge Tasca revelou-se receptivo, dizendo falar em nome do governador Carlos Moisés para cumprir a missão e dar uma solução para a reivindicação dos profissionais da segurança pública.
O presidente da Aprasc, Luiz Carlos Pawlick, resumiu o clima depois da reunião: “Estamos otimistas. Há promessa de solução”.
Outra informação transmitida aos participantes: o governo estuda, também, uma melhoria salarial para compensar perdas dos funcionários da saúde e da educação.