Hackers investigados por fraudes com cripto são alvo de busca e bloqueio de bens em SC

2ª fase da Operação Cryptoscam cumpriu mandados de busca e apreensão em Balneário Camboriú e Itapema; hackers são investigados por lavagem de dinheiro

Amanda Sperotto Itajaí

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Operação visa combater fraudes com criptomoedas – Foto: Divulgação/PF/NDOperação visa combater fraudes com criptomoedas – Foto: Divulgação/PF/ND

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quarta-feira (4) a segunda fase da Operação Cryptoscam, que investiga a atuação de um grupo de hackers baseado em Balneário Camboriú, no Litoral Norte, suspeito de furtar criptomoedas e cometer fraudes bancárias em diversas regiões do Brasil e também no exterior.

Foram cumpridos três mandados de busca e apreensão: dois em Balneário Camboriú e um em Itapema. Os alvos são investigados por auxiliarem na ocultação e lavagem de bens adquiridos com os lucros das atividades criminosas.

Operação visa combater hackers

Por determinação da 1ª Vara Federal de Joinville, também foi autorizado o bloqueio de bens de sete pessoas físicas e duas empresas, suspeitas de envolvimento no esquema.

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A primeira fase da Operação Cryptoscam aconteceu no dia 20 de maio, quando os principais integrantes do grupo foram indiciados por organização criminosa, furto mediante fraude e lavagem de dinheiro.

hackersGrupo de hackers é suspeito de furtar criptomoedas – Foto: Divulgação/Freepik/ND

Segundo a Polícia Federal, as investigações continuam com o objetivo de identificar outros possíveis envolvidos e aprofundar a análise patrimonial dos investigados, incluindo rastreamento de ativos digitais utilizados para movimentação e ocultação de recursos.