Operação visa combater fraudes com criptomoedas – Foto: Divulgação/PF/NDA Polícia Federal deflagrou na manhã desta quarta-feira (4) a segunda fase da Operação Cryptoscam, que investiga a atuação de um grupo de hackers baseado em Balneário Camboriú, no Litoral Norte, suspeito de furtar criptomoedas e cometer fraudes bancárias em diversas regiões do Brasil e também no exterior.
Foram cumpridos três mandados de busca e apreensão: dois em Balneário Camboriú e um em Itapema. Os alvos são investigados por auxiliarem na ocultação e lavagem de bens adquiridos com os lucros das atividades criminosas.
Operação visa combater hackers
Por determinação da 1ª Vara Federal de Joinville, também foi autorizado o bloqueio de bens de sete pessoas físicas e duas empresas, suspeitas de envolvimento no esquema.
SeguirA primeira fase da Operação Cryptoscam aconteceu no dia 20 de maio, quando os principais integrantes do grupo foram indiciados por organização criminosa, furto mediante fraude e lavagem de dinheiro.
Grupo de hackers é suspeito de furtar criptomoedas – Foto: Divulgação/Freepik/NDSegundo a Polícia Federal, as investigações continuam com o objetivo de identificar outros possíveis envolvidos e aprofundar a análise patrimonial dos investigados, incluindo rastreamento de ativos digitais utilizados para movimentação e ocultação de recursos.