Homem é condenado por gerenciar caça-níqueis em Balneário Camboriú

Inicialmente, réu negou envolvimento em estabelecimento de caça-níqueis dentro de apartamento residencial no município, mas admitiu posteriormente administração do ponto

Foto de Fabio Tarnapolsky

Fabio Tarnapolsky Itajaí

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Um homem que gerenciava um estabelecimento especializado em caça-níqueis em Balneário Camboriú foi condenado pelo TJ-SC (Tribunal de Justiça de Santa Catarina) nesta semana. A denúncia, que corria desde 2021, resultará em pena de três meses de prisão em regime aberto e pagamentos de multas.

Imagem fechada de máquina utilizada em jogos caça-níqueisHomem gerenciava estabelecimento de máquinas caça-níqueis em Balneário Camboriú. – Foto: Divulgação/Freepik

Há cerca de dois anos, integrantes da Agência de Inteligência da Polícia Militar receberam queixas sobre a prática de jogos de azar em um prédio residencial do município e, ao averiguar, encontraram diversos itens que incriminavam o suspeito. Ele requereu recurso, mas foi negado

Local tinha mais itens ilícitos além dos caça-níqueis

No local, foram achados um caderno de recebimento de clientes, 34 gramas de maconha, R$ 350 em espécie e oito máquinas caça-níqueis ligadas.

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Primeiramente, o homem disse que residia em um dos apartamentos e que cuidava dos instrumentos para um terceiro, mas depois admitiu que atuava como gerente e administrador do ponto.

O réu tentou absolvição por insuficiência de provas e afirmou que as máquinas estavam desligadas, negando a “exploração” de jogos de azar e dizendo que somente estava “no local errado e na hora errada”.

O recurso não foi aceito. Segundo o relator, mesmo estar no lugar errado em uma hora imprópria pode ser conduta potencialmente ilícita, especialmente quando a situação é relacionada com máquinas caça-níqueis e jogos de azar.

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