Operação 311: homem é preso em flagrante na maior apreensão de peças furtadas da história

Dono do estabelecimento foi preso em flagrante por recepção qualificada em Santo Amaro da Imperatriz; ação faz parte da 21º fase da Operação 311

Foto de Geovani Martins

Geovani Martins Florianópolis

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Um estabelecimento na Grande Florianópolis foi alvo de operação policial na tarde dessa quinta-feira (8) por revender peças de veículos furtados. Os agentes encontraram peças de 48 veículos com registro de furto e o dono foi preso em flagrante por receptação qualificada.

Esta foi a maior apreensão da Operação 311, que em dois anos de atuação já prendeu 44 empresários em Santa Catarina. A operação foi desencadeada pela Polícia Civil, por meio da DFRV/DEIC (Divisão de Furtos e Roubos de Veículos), para coibir o comércio ilegal de peças automotivas.

Loja de peças automotivas em Santo Amaro da Imperatriz vendia partes de 48 veículos furtados – Foto: PCSC/Divulgação/NDLoja de peças automotivas em Santo Amaro da Imperatriz vendia partes de 48 veículos furtados – Foto: PCSC/Divulgação/ND

Segundo o delegado Diego Azevedo, titular da DFRV/DEIC, os agentes foram capazes de identificar, durante a ação, pelo menos 13 peças de veículos furtados. O dono do estabelecimento foi preso na hora e outras peças foram encaminhadas à perícia.

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Loja de peças automotivas em Santo Amaro da Imperatriz vendia partes de 48 veículos furtados – Foto: PCSC/Divulgação/NDLoja de peças automotivas em Santo Amaro da Imperatriz vendia partes de 48 veículos furtados – Foto: PCSC/Divulgação/ND

Na noite desta quinta-feira (8), a perícia concluiu que havia outras 35 peças que foram retiradas de veículos com registro de furto, totalizando 48. Segundo Azevedo, a maioria dos furtos foram realizados em São Paulo.

Loja de peças automotivas em Santo Amaro da Imperatriz vendia partes de 48 veículos furtados – Vídeo: PCSC/Divulgação/ND

“No decorrer da Operação 311, detectamos que a maior parte dos veículos vem de fora, principalmente de São Paulo. Os furtos e os roubos ocorrem em outros estados e os criminosos vendem aqui. Nosso trabalho é impedir que Santa Catarina vire um polo receptador de peças oriundas de crime”, declarou o delegado.