Homem é preso suspeito de estupro em abrigo improvisado no Rio Grande do Sul

Caso teria acontecido em um sítio que estaria servindo como abrigo improvisado na região metropolitana de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul

Foto de Redação ND

Redação ND Florianópolis

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A Polícia Civil do Rio Grande do Sul prendeu nesta quarta-feira (8) um homem de 24 anos suspeito de praticar estupro de vulnerável em um abrigo improvisado no município de Viamão, região metropolitana de Porto Alegre. Identificado com as iniciais J.M.M.O, ele teria abusado de uma menina de 6 anos.

Foto mostra veículo da Polícia Civil de Rio Grande do SulSuspeito foi preso por supostamente praticar estupro de vulnerável em abrigo improvisado no Rio Grande do Sul – Foto: Arquivo/ND

A criança, segundo a polícia, foi resgatada das enchentes que assolam a cidade de Canoas. Desacompanhada dos responsáveis, por uma questão de prioridade nos salvamentos, ela foi levada para um sítio em Viamão.

Conforme relato do capitão Madrid, do 18º Batalhão de Polícia Militar, o sítio é uma propriedade particular que estaria servindo como abrigo improvisado.

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“O dono do sítio trouxe uns amigos que estavam desabrigados, daí esses amigos trouxeram outros amigos, aí ocorreu esse abuso”, informou o capitão.

Prisão aconteceu na região metropolitana de Porto Alegre – Foto: Google Maps/Reprodução/NDPrisão aconteceu na região metropolitana de Porto Alegre – Foto: Google Maps/Reprodução/ND

Posteriormente, os pais também foram abrigados. Chegando ao sítio, perceberam que a criança estava com uma calcinha diferente, quieta e com desconforto na vagina.

Ao questioná-la, os pais descobriram que um homem a teria levado para um quarto, tapado sua boca, introduzido os dedos e “uma coisa preta” em sua genitália.

Investigação da Polícia do Rio Grande do Sul

Segundo a delegada Marina Dillenburg, responsável pelo caso, o homem preso estava abrigado no mesmo local e tem características compatíveis com o que foi relatado pela criança. O suspeito foi preso preventivamente.

Ainda de acordo com a delegada, a menina relatava dor, mas o homem ordenou que ela ficasse quieta e que “repetiria o fato se ela contasse para alguém”.

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