Bateu o ponto? Funcionário furta R$ 13 mil do patrão usando celular da empresa em Goiás

Funcionário de empresa em Anápolis (GO) transferiu valores para sua conta pessoal através do aplicativo bancário acessado no smartphone do chefe

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Deny Campos Florianópolis

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Funcionário furtou R$ 13 mil do patrão ao registrar ponto pelo celular da empresaFuncionário furtou R$ 13 mil do patrão ao acessar conta bancária por celular da empresa – Foto: Reprodução/ND

Um funcionário de uma empresa de Anápolis, em Goiás, furtou R$ 13 mil do patrão por meio de transferências via Pix. O empresário descobriu o sumiço do dinheiro na última quinta-feira (1°) ao verificar o extrato bancário.

De acordo com a polícia, a última movimentação fraudulenta foi no valor de R$ 1,7 mil. A transferência teria sido realizada no dia 29 de abril.

O patrão apresentou na delegacia os comprovantes das transações e prints de conversas com o suspeito, que havia sido contratado há apenas três meses. O homem alegou estar sendo ameaçado por agiotas devido a dívidas pessoais.

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Acusado disse à polícia que furtou o dinheiro por estar sendo ameaçado por agiotasHomem alegou furto à polícia por supostamente estar sendo ameaçado por agiotas – Foto: Reprodução/ND

Funcionário que furtou R$ 13 mil do patrão usava celular do chefe para registrar ponto

A Polícia Civil de Goiás apurou que o empregado furtou R$ 13 mil do patrão explorando a sua confiança no ambiente de trabalho, as informações são do Metrópoles. O crime teria ocorrido após o funcionário acessar o aplicativo financeiro no celular corporativo, usado pelos empregados para registrar ponto.

O caso foi registrado na Central de Flagrantes de Anápolis após o empresário notar saques sequenciais da conta da empresa. O suspeito, que tinha permissão para manusear o dispositivo da companhia, aproveitou-se do aplicativo bancário já logado para desviar os valores.

Anápolis, em GoiásCrime aconteceu em Anápolis (GO) – Foto: Reprodução/ND

Os investigadores avaliam se as justificativas sobre ameaças de agiotas são verdadeiras ou se foram apenas uma tentativa de minimizar a responsabilidade pelo crime de furto qualificado.

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