Homem morto em cooperativa era acusado de matar empresária Cátia Regina em SC

Fabrício Cabral Woche foi morto ao invadir uma cooperativa em São Francisco do Sul

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Redação ND Joinville

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A morte dentro de uma cooperativa em São Francisco do Sul, no Norte de Santa Catarina, na sexta-feira (11), ganhou novos capítulos. O homem morto ao invadir a cooperativa é Fabrício Cabral Woche, o homem acusado de matar a empresária Cátia Regina da Silva, em julho de 2019. Ele estava foragido há mais de dois anos.

Fabrício Cabral Woche usava uma identidade falsa e foi morto na sexta-feira (11) – Foto: Divulgação/NDFabrício Cabral Woche usava uma identidade falsa e foi morto na sexta-feira (11) – Foto: Divulgação/ND

A informação inicial era de que o homem havia invadido a cooperativa para realizar um assalto, quando foi atingido e morreu no local. No entanto, informações que já são investigadas apontam que, na verdade, Fabrício entrou no local para matar o presidente da cooperativa de transporte de cargas. Porém, a arma teria falhado e, com isso, o homem conseguiu revidar com uma arma que estava na gaveta e matar Fabrício.

Com Fabrício foi encontrado um documento de identidade falso em nome de Lucas dos Santos.  A Polícia Civil já investiga o caso, mas não repassou informações detalhadas.

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A empresária foi brutalmente assassinada no dia 24 de julho de 2019, quando voltava de uma viagem a São Paulo. Além de Fabrício, a esposa, Magali dos Santos e Odelir Medeiros respondem pelos crimes de homicídio qualificado por motivo fútil e mediante ação dissimulada, ocultação de cadáver, furto qualificado e fraude processual.

Relembre o caso

Cátia estava voltando para São Francisco do Sul de uma viagem feita a São Paulo para comprar roupas que seriam revendidas em sua loja, quando foi abordada por uma suposta fiscalização na BR-280.

Os acusados simularam uma blitz, utilizando, inclusive falsos distintivos policiais induzindo a empresária a parar o carro. Depois, a algemaram, vendaram, levaram o carro dela até o Morro da Palha, onde ele foi encontrado incendiado. Segundo a denúncia, Fabrício e Odelir voltaram com Cátia para Araquari, onde a executaram com um tiro na cabeça.

As roupas que a empresária havia comprado em São Paulo para revender em seu comércio foram furtadas pelos acusados e encontradas, dias depois, na loja que Magali e Fabrício tinham em São Francisco do Sul.

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