Homem persegue e entra em conflito com guarda municipal à paisana em Joinville: ‘se afasta!’

Conflito aconteceu no bairro Costa e Silva quando o guarda municipal caminhava com a esposa; o agente disse não conhecer o homem e pensou que se tratava de uma tentativa de assalto

Leandra Cruber Joinville

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Um agente da  Guarda Municipal de Joinville caminhava com a esposa por uma rua do bairro Costa e Silva quando foi abordado por um homem. Após pedidos para que o desconhecido se afastasse, eles começaram a discutir. Durante o conflito, o homem foi baleado.

De acordo com a Polícia Militar, homem que perseguiu o agente estaria com sinais de embriaguez – Foto: Reprodução/NDDe acordo com a Polícia Militar, homem que perseguiu o agente estaria com sinais de embriaguez – Foto: Reprodução/ND

À paisana, o agente disse a Polícia Militar de Santa Catarina que percebeu o homem seguindo ele e a esposa. Ele disse que, até então, pensava ser um assalto. E, por isso, sacou uma arma.

Segunda testemunhas, a mulher pediu para que o desconhecido fosse embora. Mas a discussão continuou.

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Imagens de câmeras de videomonitoramento mostram o momento em que o guarda disparou contra o chão, na tentativa de afastar o homem. Mesmo assim, o conflito continuou.

Durante a discussão, homem foi se aproximando e distância do guarda municipal foi diminuindo – Foto: Reprodução/NDDurante a discussão, homem foi se aproximando e distância do guarda municipal foi diminuindo – Foto: Reprodução/ND

Segundo o depoimento do agente, o desconhecido teria avançado contra ele. E durante o confronto foi baleado três vezes: no peito, abdômen e no braço.

O homem foi encaminhado ao atendimento médico e o quadro de saúde é estável.

O que diz o guarda municipal

Para a reportagem da NDTV, o agente disse que não compreendeu a abordagem já que não conhece o homem. Ele também contou que sofreu ameaças e que o homem correu na direção dele para tentar pegar a arma.

Secretaria de Proteção Civil aguarda investigação

A Seprot (Secretaria de Proteção Civil e Segurança Pública) de Joinville disse que está ciente do ocorrido e aguarda o resultado da investigaçao da Polícia Civil.

O agente de segurança tem porte legal de arma e o histórico em trabalho é definido como exemplar.