Influencer acaba preso por estupro e tráfico humano depois de provocar Greta Thunberg; entenda

Andrew Tate causou polêmica no Twitter ao se gabar das altas emissões da sua coleção de carros um dia antes de ser preso

Redação ND Florianópolis

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O influenciador britânico Andrew Tate foi preso por estupro e tráfico humano, nesta quinta-feira (29), em Bucareste, na Romênia, depois de provocar a ativista climática Greta Thunberg.

Andrew Tate é preso por estupro e tráfico humano – Foto: Reprodução/NDAndrew Tate é preso por estupro e tráfico humano – Foto: Reprodução/ND

Ele, que foi detido com o irmão, Tristan, teve a casa invadida. Os dois estariam sendo investigados desde abril.

Na véspera da prisão, Tate causou polêmica no Twitter ao se gabar das altas emissões da sua coleção de carros.

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“Olá @GretaThunberg, tenho 33 carros. Meu Bugatti tem um quad-turbo w16 8.0L. Minhas DUAS Ferraris 812 Competizione têm 6.5L v12s. É só o começo. Por favor, me passa seu e-mail para que eu possa enviar uma lista completa da minha coleção de carros e suas respectivas emissões enormes”, tuitou o ex-campeão de kickboxing.

A ativista de 19 anos esperou o respondeu com um tuíte que se tornou viral, que pode ser traduzido como: “Sim, por favor, me esclareça. Me mande um e-mail para energiadepenispequeno@arrumeoquefazer.com”.

Ao tentar revidar, o atleta postou uma resposta estranha em um vídeo, no qual uma um charuto com duas caixas de pizza.

“Obrigado por confirmar por meio do seu endereço de e-mail que você tem um pênis pequeno @GretaThunberg. O mundo estava curioso”, escreveu ele na mensagem que acompanha o vídeo.

Há rumores de que a publicação tenha denunciado a localização do influencer, mas nada foi confirmado até o momento.

Quem é Andrew Tate

Tate é ex-campeão de kickboxing e ganhou fama em 2016 ao ser expulso da edição britânica do Big Brother por causa de um vídeo que parecia mostrá-lo agredindo uma mulher.

Ele voltou ao Twitter, com mais de 3 milhões de seguidores, depois de ter sido banido da rede social em 2017 por afirmar que mulheres deveriam “assumir a responsabilidade” por serem agredidas sexualmente.

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