Um jovem, de 24 anos, morreu baleado após ir a um encontro marcado por aplicativo de relacionamento na última quarta-feira (12). O crime ocorreu em um bairro na Zona Sul da capital paulista.
Leonardo tinha 24 anos e morreu depois de ir a um encontro marcado por aplicativo – Foto: Reprodução/NDEncontro marcado por aplicativo de relacionamento acaba em morte de jovem de 24 anos
O caso aconteceu por volta das 23h30. Leonardo Rodrigues Nunes esperava em frente ao local do suposto encontro marcado por aplicativo de relacionamento, quando foi abordado por dois homens em uma moto.
De acordo com informações da Polícia Civil, ainda na rua a vítima percebeu o assalto e chegou a lutar com os criminosos. O jovem foi baleado e encaminhado ao hospital, mas não resistiu e morreu.
SeguirJovem foi dado como desaparecido
O amigo da vítima, Gustavo Oliveira de Carvalho, registrou um boletim de ocorrência relatando o desaparecimento de Leonardo no DHPP (Departamento Estadual de Homicídio e de Proteção à Pessoa) na quinta-feira (13).
Polícia investiga morte de jovem de 24 anos – Foto: PMSC/Divulgação/NDOs dois costumavam compartilhar as próprias localizações por segurança. Segundo Gustavo, o amigo enviou a localização logo após solicitar uma corrida por carro de aplicativo.
Leonardo Rodrigues era natural de Minas Gerais e morava em São Paulo. O jovem tinha ido a um encontro marcado por aplicativo de relacionamento.
O perfil do rapaz com quem ele trocava mensagens na plataforma Hornet foi desativado.
A vítima foi identificada depois que investigadores da 5ª Delegacia de Pessoas Desaparecidas cruzaram as informações do crime na quarta-feira e o boletim feito no dia seguinte à morte.
Investigação apura motivo do crime
Na investigação foram solicitados exames ao IC (Instituto de Criminalística) e ao IML (Instituto Médico Legal). O apartamento de Leonardo passou por perícia e os policiais encontraram o computador da vítima aberto no aplicativo de relacionamento gay, Hornet.
A família da vítima acredita que o jovem tenha sido assassinado por crime de ódio e homofobia, mas a polícia investiga o caso.
*Com informações do R7