Juiz nega habeas corpus a preso em operação que aprendeu carne de cavalo

Etapa da "Operação Hefesto", deflagrada no início de setembro, prendeu até agora sete pessoas acusadas de vender carne da cavalo no sul do Estado.

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No último movimento relacionado à Operação Hefesto, que no início de setembro fez prisões e apreensão de material, entre eles carne de cavalo comercializada para consumo humano, foi negado pedido de habeas corpus a um dos presos. Foi na última sexta-feira. O despacho foi do juiz Roque Lopedote, da segunda vara da Comarca de Urussanga. O argumento que sustentou a negativa ao pedido se baseia no que o magistrado considera gravidade das imputações que são feitas ao acusado.

A carne de cavalo apreendida era comercializada em vários municípios da região. – Foto: DivulgaçãoA carne de cavalo apreendida era comercializada em vários municípios da região. – Foto: Divulgação

No despacho o magistrado considera que “não há como substituir a prisão preventiva por medidas cautelares alternativas, pois não se demonstram suficientes para impedir que o acusado volte a atuar nas práticas supostamente delituosas”.

A operação Hefesto iniciou com o propósito de identificar o crime de tráfico de drogas, mas na segunda investiga localizou nos endereços visitados, além de drogas, armas e carne de cavalo comercializada para consumo humano.

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Até o momento nove pessoas foram indiciadas. Das sete pessoas presas, quatro foram em Morro da Fumaça e três em Criciúma.