Justiça decreta prisão de suspeito de estupro dentro de loja em Joinville

Suspeito de ter hipnotizado e estuprado jovem dentro de loja está no Presídio Regional de Joinville

Redação ND Joinville

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A Polícia Civil pediu e a Justiça já decretou a prisão preventiva do suspeito de ter estuprado uma jovem dentro de uma loja no Centro de Joinville, Norte do Estado, após usar técnicas de hipnose.

A informação foi repassada pela delegada Regional de Joinville, Tânia Harada.

Tânia Harada, delegada Regional de Joinville – Foto: Divulgação NDTânia Harada, delegada Regional de Joinville – Foto: Divulgação ND

O caso ocorreu na tarde de quinta-feira, dia 22, em uma loja da rua João Colin. Um homem de 70 anos entrou na loja, abordou a atendente, de 24 anos, que estava sozinha no momento, e disse que iria fazer uma evangelização. Ele pediu para que ela escrevesse algumas frases em um papel e em seguida repetir alguns movimentos.

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homem suspeito de estupro sendo presoHomem suspeito de estupro de vulnerável foi preso no mesmo dia do crime em em trabalho conjunto entre as polícias Civil e Militar  – Foto: Divulgação ND

Após esse ritual, a jovem parecia uma boneca nas mãos do suspeito, descreveu a Polícia Civil, que viu as imagens da câmara de segurança, ouviu a vítima e prendeu o suspeito no mesmo dia.

Segundo a delegada Tânia Harada, a polícia está convencida de que o homem utilizou uma técnica de sugestionamento, uma espécie de ritual com a vítima.

O homem, que é natural do Paraná e já tem passagens policiais em outros estados, foi preso em um hotel próximo à rodoviária de Joinville. Apenas uma diária foi constatada no nome do suspeito, mas a Polícia Civil irá investigar se ele passou por outros estabelecimentos na cidade.

A prisão preventiva do suspeito foi solicitada pelo delegado Pedro Alves, da Dpcami de Joinville.

O suspeito, que neste momento está no Presídio Regional de Joinville, frisou Harada, também roubou R$ 200 reais em dinheiro da loja e será enquadrado no artigo 157, pois a  vítima teve sua capacidade de resistência impossibilitada pelo agente.

A Polícia Civil segue investigando o caso e a perícia, agora, analisa o material genético deixado pelo autor nas roupas da vítima.

*Contribuição de Dani Lando, da NDTV Record Joinville

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