A PF (Polícia Federal) deflagrou a 18ª fase da operação Lesa Pátria, que investiga atos ocorridos em 8 de janeiro, nesta sexta-feira (29). Os agentes cumprem um mandado de busca e apreensão no Distrito Federal.
A operação foi autorizada pelo STF (Supremo Tribunal Federal), que ainda determinou o bloqueio de bens e ativos do investigado. Segundo cálculos da PF, os danos ao patrimônio público, causados pelos atos de 8 de janeiro, geraram prejuízos de cerca de R$ 40 milhões. As informações são do R7.
Operação da PF tem como objetivo identificar participantes e financiadores dos atos ocorridos em 8 de janeiro – Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil1A operação tem como objetivo identificar participantes e financiadores dos atos ocorridos em 8 de janeiro. Nesse dia, o Palácio do Planalto, o Congresso Nacional e o STF foram invadidos e depredados.
SeguirOs envolvidos podem responder pelos crimes de abolição violenta do Estado democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, associação criminosa, incitação ao crime, destruição e deterioração ou inutilização de bem especialmente protegido.
O nome do alvo não foi divulgado até o momento, e as investigações continuam.
PF e a 17ª fase da operação Lesa Pátria
A PF cumpriu na quarta (27) três mandados de prisão preventiva e dez de busca e apreensão contra suspeitos de terem participado, financiado ou fomentado os atos extremistas do 8 de Janeiro. Os mandados foram cumpridos em São Paulo, Paraná, Minas Gerais e Goiás.
O empresário Aildo Francisco Lima, conhecido como “Bahia”, está entre os presos da 17ª fase da Operação Lesa Pátria da PF. O homem ficou conhecido por fazer uma live sentado na cadeira do ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes durante os atos em 8 de janeiro. Bahia foi preso em São Paulo.
Outros dois mandados de prisão foram autorizados: Basilia Batista, também em São Paulo, e Margarida Marinalva de Jesus Brito, no DF.