FOTOS: ‘Local perigoso’, diz delegado sobre ‘cemitério clandestino’ em SC

Delegado que conduz as investigações, Luís Otávio Pohlmann disse que uma das localidades pode ser considerada perigosa

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Com uma semana de diferença, seis corpos foram encontrados enterrados em dois locais diferentes em Balneário Arroio do Silva, no Extremo Sul catarinense. Segundo o delegado que conduz as investigações, Luís Otávio Pohlmann, uma das localidades é considerada perigosa.

‘Local meio perigoso’

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    Conforme Pohlmann, delegado da DIC (Divisão de Investigação Criminal) de Araranguá, até então, três dos corpos foram identificados. Desses, um foi encontrado no dia 16 de maio e, outros dois, em 23 de maio, considerado o local perigoso. - Nado Miranda/NDTV
    Conforme Pohlmann, delegado da DIC (Divisão de Investigação Criminal) de Araranguá, até então, três dos corpos foram identificados. Desses, um foi encontrado no dia 16 de maio e, outros dois, em 23 de maio, considerado o local perigoso. - Nado Miranda/NDTV
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    "O espaço onde encontramos os corpos no dia 23 é uma localidade de ocupação ilegal, e tem acontecido crimes por lá... pode-se dizer que o local é meio perigoso”, explicou o delegado em entrevista ao ND Mais. - PCSC/Divulgação/ND
    "O espaço onde encontramos os corpos no dia 23 é uma localidade de ocupação ilegal, e tem acontecido crimes por lá... pode-se dizer que o local é meio perigoso”, explicou o delegado em entrevista ao ND Mais. - PCSC/Divulgação/ND
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    Já o outro “cemitério a céu aberto”, onde os primeiros cadáveres foram encontrados, é, de acordo com Pohlmann, um local ermo, mais distante da cidade. Uma distância de cerca de 5km existe entre cada ponto. - Nado Miranda/NDTV
    Já o outro “cemitério a céu aberto”, onde os primeiros cadáveres foram encontrados, é, de acordo com Pohlmann, um local ermo, mais distante da cidade. Uma distância de cerca de 5km existe entre cada ponto. - Nado Miranda/NDTV
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    No dia 16 de maio foram encontradas três pessoas, duas juntas em uma cova, e a outra vítima estava enterrada próxima. Uma delas é Jadson Francisco Clemes, de 29 anos. - Nado Miranda/NDTV
    No dia 16 de maio foram encontradas três pessoas, duas juntas em uma cova, e a outra vítima estava enterrada próxima. Uma delas é Jadson Francisco Clemes, de 29 anos. - Nado Miranda/NDTV
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    Sete dias depois, em 23 de maio, a polícia encontrou mais três corpos enterrados da mesma forma. Dois juntos em uma só cova e, o outro, separado. A área fica na Vila Dona Isabel, em uma plantação de eucaliptos. - Nado Miranda/NDTV
    Sete dias depois, em 23 de maio, a polícia encontrou mais três corpos enterrados da mesma forma. Dois juntos em uma só cova e, o outro, separado. A área fica na Vila Dona Isabel, em uma plantação de eucaliptos. - Nado Miranda/NDTV
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    No "cemitério" localizado na Vila Dona Isabel, estavam enterrados dois homens e uma mulher. Um deles foi identificado como Julian da Rocha Pereira, de 20 anos. O outro é de um adolescente, de 16 anos, cuja identificação será preservada. - Nado Miranda/NDTV
    No "cemitério" localizado na Vila Dona Isabel, estavam enterrados dois homens e uma mulher. Um deles foi identificado como Julian da Rocha Pereira, de 20 anos. O outro é de um adolescente, de 16 anos, cuja identificação será preservada. - Nado Miranda/NDTV