Localizados restos mortais de homem que desapareceu após sacar R$ 5 mil em SC

Raimundo Valer desapareceu em outubro deste ano em Videira, no Meio-Oeste do Estado; restos mortais estavam escondidos em uma área rural de Caçador

Foto de Angela Bueno

Angela Bueno Chapecó

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Os restos mortais de Raimundo Valer, de 64 anos, foram localizados em uma área rural de Caçador, no Meio-Oeste de SC, nesta quinta-feira (19) pela Polícia Civil. O homem desapareceu no dia 11 de outubro em Videira.

O restos mortais do homem, que estava desaparecido desde 11 de outubro, foi localizado em Caçador Restos mortais do homem, que estava desaparecido desde 11 de outubro, foi localizado em Caçador – Foto: Polícia Civil/ND

Restos mortais de Raimundo são localizados

Durante as investigações, a Polícia Civil prendeu preventivamente o suspeito de matar e esconder o corpo de Raimundo. O acusado confessou o crime e contou para a polícia que havia escondido o corpo da vítima em uma área rural de Caçador.

Conforme a polícia, as provas colhidas definiram a linha de investigação para apuração dos crimes de latrocínio e ocultação de cadáver.

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Porém, as investigações continuam para esclarecer os detalhes da morte de Raimundo, bem como as motivações. Ainda, Exames periciais serão realizados para a finalização do inquérito policial.

Raimundo Valer desapareceu em outubro

Raimundo era morador da comunidade do Passo da Felicidade, em Videira, também no Meio-Oeste.

Raimundo desapareceu em Videira, Meio-Oeste de Santa Catarina, em outubro; restos mortais da vítima forma encontrados nesta quinta-feira (18)Raimundo desapareceu em Videira, Meio-Oeste de Santa Catarina, em outubro; restos mortais da vítima forma encontrados nesta quinta-feira (18) – Foto: Divulgação/ND

Vizinhos de Raimundo, em contato com o Portal ND Mais, explicam que, antes de desaparecer, a vítima foi até o banco e sacou R$ 5 mil. Após a retirada do valor, ele teria entrado em um veículo e não foi mais visto.

O senhor costumava trabalhar nos sítios da comunidade e era bem visto pelos moradores. “Nunca fez mal a ninguém, inclusive trabalhou aqui várias vezes”, relata um dos vizinhos.

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