Mãe é presa suspeita de assassinar crianças e deixar restos mortais em mala

Ela foi encontrada em um apartamento na Coreia do Sul e teve extradição solicitada pela Nova Zelândia; Interpol pediu a prisão da mãe das crianças

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Redação ND Florianópolis

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Teve novos desdobramento o caso dos restos mortais de duas crianças encontrados dentro de uma mala leiloada, na Nova Zelândia. Uma mulher foi presa acusada de assassinar as duas crianças, segundo a BBC. A suspeita é mãe dos pequenos, que tinham idades entre 7 e 10 anos.

Mãe das crianças foi presa suspeita pelo crimeSuspeita da polícia é de que corpos estivessem guardados nas malas há anos – Foto: Pixabay/Divulgação/ND

A suspeita foi presa na Coreia do Sul, país para onde ela teria fugido em 2018 após a morte das crianças, segundo a polícia. A mãe é neozelandesa, tem 42 anos e teve sua extradição solicitada pelo país de origem.

A polícia da Nova Zelândia divulgou, no fim de agosto (quando os corpos foram encontrados) que estava procurando o suspeito depois que as crianças foram identificadas. Segundo a mídia local, a família viveu em Auckland, município neozelandês, por alguns anos e o pai morreu de câncer.

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A polícia solicitou que a fiança pelo crime seja negada antes de sua extradição. A Interpol pediu a prisão dela, que foi encontrada à meia-noite em um apartamento na cidade de Ulsan, no sudeste da Coreia do Sul.

Relembre o caso

No último dia 18, os restos mortais de duas crianças foram encontrados dentro de uma mala leiloada na Nova Zelândia. De acordo com a Agência de Notícias AFP, a polícia abriu uma investigação por homicídio. Os restos mortais estavam em duas malas de tamanho parecido.

O inspetor de polícia Tofilau Faamanuia Vaaelua afirmou que os corpos provavelmente estavam guardados ali há vários anos.

“A natureza desta descoberta apresenta algumas complexidades para a investigação, especialmente devido ao tempo que passou entre o momento da morte e o momento da descoberta”, disse Vaaelua.

Os restos mortais foram encontrados quando uma família levou para casa um trailer cheio de itens vendidos em um leilão de armazém. A polícia disse que a família compradora não estava ligada ao assassinato, mas estava “compreensivelmente angustiada com a descoberta” e pediu privacidade.

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