Manifestação de moradores marca 1° dia de depoimentos sobre cachorro morto em Florianópolis

ONGs da Capital pedem por justiça; Polícia diz que investigação continua

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Redação ND Florianópolis

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Moradores e manifestantes se reuniram em frente a 5ª Delegacia de Polícia da Capital na tarde desta segunda-feira (26). O motivo, foi o primeiro dia de depoimentos sobre o caso do cachorro roubado e morto em Florianópolis. 

Na internet, ativistas pediam por justiça e declararam que o autor do crime continua solto. Foram ouvidos hoje a família tutora do cachorro, que teve o animal roubado de seu terreno.

Manifestação foi feita com placas pedindo justiça pelo animal – Foto: Reprodução/@miau.viralatasprotegidos/NDManifestação foi feita com placas pedindo justiça pelo animal – Foto: Reprodução/@miau.viralatasprotegidos/ND

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Segundo a Delegada Michele Alves, da 5ª DP, responsável pelo caso, não é possível dar detalhes da manifestação dos envolvidos, para não atrapalhar as investigações.

Quando questionada se a manifestação foi motivada pela falta de inclusão do crime de maus-tratos de animais para o acusado, a delegada respondeu que a investigação segue, ou seja, não há conclusão dos crimes definidos.

Relembre o caso

Doc era um cachorro que estava com a família de Mayara Rodrigues há sete anos. Ela havia adotado o cãozinho para o filho, quando ele tinha apenas 2 anos. A história do animalzinho teve um final trágico, pois morreu após ser encontrado gravemente ferido, em Florianópolis.

Animal foi adotado há sete anos em Florianópolis – Foto: Reprodução/@miau.viralatasprotegidos/NDAnimal foi adotado há sete anos em Florianópolis – Foto: Reprodução/@miau.viralatasprotegidos/ND

Câmeras de videomonitoramento flagraram um vizinho da família com o cachorro, no último sábado (17), por volta das 17h20. Segundo a família, no mesmo dia ele foi encontrado por uma mulher em outro bairro, com graves ferimentos e com um arame amarrado no pescoço. O caso é investigado pela Polícia Civil.

“O Doc não volta. É revoltante. É inaceitável. A gente só pode pedir por justiça”, desabafa Mayara.

Foi no sábado, por volta das 17h20, que uma câmera de videomonitoramento de uma casa vizinha, flagrou o momento que o homem – que mora na casa em frente a da Mayara – chama o cachorro, que entra no carro.

Câmeras flagraram momento que o homem coloca o cachorro dentro do carro – Vídeo: Arquivo pessoal/Divulgação ND

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