Uma das linhas de investigação para a causa da queda do avião que tirou a vida da cantora Marília Mendonça e outros quatro passageiros, no interior de Minas Gerais, é que a aeronave tenha atingido uma rede de alta tensão da Cemig (Companhia Energética de Minas Gerais).
No entanto, mais de um mês depois da tragédia, a companhia informou que ainda não foi ouvida pela polícia. Na época do acidente, moradores informaram que os cabos de energia não eram sinalizados. As informações são de Ana Gomes, do R7.
Uma das linhas de investigação da polícia é que avião tenha caído após colidir com rede de alta tensão – Foto: Montagem/Reprodução/NDA Cemig afirmou, por meio de nota, que “a sinalização por meio de esferas na cor laranja é exigida para torres em situações específicas, entre elas estar dentro de uma zona de proteção de aeródromos, o que não é o caso da torre em Piedade de Caratinga”.
SeguirQuais são as possibilidades investigadas
No dia 25 de novembro, o delegado da Polícia Civil Ivan Sales disse que havia duas hipóteses sobre o motivo da queda: o choque contra uma linha de transmissão de energia e problemas no motor.
A polícia também confirmou que o avião havia caído um minuto antes do horário previsto para o pouso.
Ainda de acordo com as investigações, o piloto da cantora fez contato, via rádio, com uma aeronave próxima e informou que já havia iniciado o procedimento de pouso.
Nesta segunda-feira (6), a Polícia Civil informou que não há novas atualizações sobre a investigação do acidente.
Estavam no avião o piloto Geraldo Martins de Medeiros; o copiloto Tarciso Pessoa Viana; o assessor Abicieli Silveira Dias Filho, tio de Marília; Henrique Ribeiro, produtor da artista; além de Marília Mendonça.