Megaoperação cumpre 71 mandados de prisão para desarticular facção criminosa que atua em SC

A megaoperação visa combater uma organização criminosa que ampliava a atuação em Santa Catarina e outros nove Estados

Foto de Redação ND

Redação ND Chapecó

Receba as principais notícias no WhatsApp

O Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) deflagrou a operação “Maserati II” para o combate a uma organização criminosa que buscava expandir a atuação em Santa Catarina. A ação ocorre na manhã desta quinta-feira (9).

Uma megaoperação visa combater organização criminosa que visa ampliar sua atuação em Santa Catarina e outros nove Estados. — Foto: MPSC/Reprodução/NDUma megaoperação visa combater organização criminosa que visa ampliar sua atuação em Santa Catarina e outros nove Estados. — Foto: MPSC/Reprodução/ND

São cumpridos 164 mandados judiciais, sendo 93 mandados de busca e apreensão e 71 mandados de prisão preventiva em 10 estados da federação. Os alvos são faccionados que tem atuação em Santa Catarina.

A ação investiga suspeitos de promover, constituir, financiar ou integrar organização criminosa. A operação em 2021 resultou na condenação de 141 integrantes de um grupo criminoso, com penas entre 5 e 86 anos, além de R$ 5 milhões em multas.

Faça como milhões de leitores informados: siga o ND Mais no Google. Seguir

Oeste de Santa Catarina 

O inquérito policial foi instaurado pelo grupo regional do Gaeco de São Miguel do Oeste, decorrente de provas obtidas na primeira fase da operação Maserati, em 2021.

Uma fonte revelou em off, para a reportagem do ND+, que a maioria dos mandados de prisão foram cumpridos na Penitenciária Agrícola de Chapecó e na Penitenciária Industrial de Chapecó. Foram apreendidas cartas, as quais eram utilizadas para comunicação da facção.

  • 1 de 4
    Ao todo são 338 agentes policiais (Polícia Militar, Polícia Civil, PRF, Penal e Bombeiro Militar), 88 viaturas e apoio aéreo da Polícia Militar, da Civil e do Bombeiro militar. - PRF/Reprodução/ND
    Ao todo são 338 agentes policiais (Polícia Militar, Polícia Civil, PRF, Penal e Bombeiro Militar), 88 viaturas e apoio aéreo da Polícia Militar, da Civil e do Bombeiro militar. - PRF/Reprodução/ND
  • 2 de 4
    A ação ocorre na manhã desta quinta-feira (9). - MPSC/Reprodução/ND
    A ação ocorre na manhã desta quinta-feira (9). - MPSC/Reprodução/ND
  • 3 de 4
    Ao todo são 338 agentes policiais (Polícia Militar, Polícia Civil, PRF, Penal e Bombeiro Militar), 88 viaturas e apoio aéreo da Polícia Militar, da Civil e do Bombeiro militar. - MPSC/Reprodução/ND
    Ao todo são 338 agentes policiais (Polícia Militar, Polícia Civil, PRF, Penal e Bombeiro Militar), 88 viaturas e apoio aéreo da Polícia Militar, da Civil e do Bombeiro militar. - MPSC/Reprodução/ND
  • 4 de 4
    Uma megaoperação visa combater organização criminosa que visa ampliar sua atuação em Santa Catarina e outros nove Estados. - MPSC/Reprodução/ND
    Uma megaoperação visa combater organização criminosa que visa ampliar sua atuação em Santa Catarina e outros nove Estados. - MPSC/Reprodução/ND

Ação conjunta

Participam da operação todos os grupos regionais do Gaeco do Ministério Público de Santa Catarina — São Miguel do Oeste, Chapecó, Blumenau, Criciúma, Lages, Joinville, Itajaí e Florianópolis. Bem como, os Gaecos do Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal, além de forças policiais de todos esses Estados.

Ao todo são 338 agentes policiais (Polícia Militar, Polícia Civil, PRF, Penal e Bombeiro Militar), 88 viaturas e apoio aéreo da Polícia Militar, da Civil e do Bombeiro militar.

A Operação foi batizada de Maserati em alusão ao nome escolhido pela facção para identificar o Estado de Santa Catarina. A facção criminosa utilizava nomes e marcas de carros para se referir aos Estados da Federação.

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) é uma força-tarefa composta pelo Ministério Público de Santa Catarina, Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Penal, Receita Estadual e Corpo de Bombeiros Militar.

Entrada do Complexo Prisional de Chapecó. — Vídeo: MPSC/Reprodução/ND

A Operação foi batizada de Maserati em alusão ao nome escolhido pela facção para identificar o Estado de Santa Catarina. – Vídeo: PRF/Reprodução/ND