Menina de 3 anos, desaparecida no RS, é encontrada pela Polícia Militar em Florianópolis

SOS Desaparecidos e 21º Batalhão da PM cumpriram mandado de busca e apreensão após suspeita de que criança estaria no bairro Santinho; mãe teria viajado com a filha sem avisar ao pai

Leandra Cruber Florianópolis

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Uma criança de 3 anos, desaparecida no Rio Grande do Sul, foi encontrada no Norte da ilha, em Florianópolis, neste sábado (26), após a Polícia Militar de Santa Catarina cumprir um mandado de busca e apreensão.

As equipes do SOS Desaparecidos e do 21º Batalhão de Polícia Militar, localizaram a menina no bairro Santinho, no Norte da ilha, e após a autorização do juizado gaúcho, buscaram a criança e a entregaram ao pai.

A menina estava bem e junto da mãe, que viajou e não deu informações ao pai sobre o paradeiro da filha. Desesperado, o homem passou a procurar pela criança.

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Polícia Militar do Rio Grande do Sul e Conselho Tutelar de Piratini foram acionados para que a menina fosse entregue ao pai – Foto: Polícia Militar de Santa Catarina/DivulgaçãoPolícia Militar do Rio Grande do Sul e Conselho Tutelar de Piratini foram acionados para que a menina fosse entregue ao pai – Foto: Polícia Militar de Santa Catarina/Divulgação

Entenda o caso

O Comando-Geral da Polícia Militar de Santa Catarina foi comunicado na última sexta-feira (25), próximo às 18h, pelo juizado da cidade de Piratini, município gaúcho que fica a 345 quilômetros de Porto Alegre, sobre o desaparecimento de uma menina de 3 anos.

De acordo com o capitão Baccin, comandante do programa SOS Desaparecidos da PMSC, a mãe teria viajado com a criança sem qualquer aviso prévio. Após algumas buscas no sistema da polícia e informações cruzadas, a suspeita era de que a mãe da criança estaria com ela numa casa no bairro Santinho, em Florianópolis.

Uma operação conjunta foi realizada entre a PMSC, Conselho Tutelar de Florianópolis, Conselho Tutelar de Piratini, oficial de justiça da Capital e o pai da criança, para que a menina pudesse ser entregue ao homem sem  passar por situação traumáticas.

“Não é um caso típico e acende alerta para desentendimentos familiares. A pequena estava sem entender nada. E muitos órgãos precisaram ser acionados para que ela ficasse em segurança e não fosse encaminhada a um abrigo, por exemplo”, explica Baccin.