A PF (Polícia Federal) deflagrou na manhã desta terça-feira (25) mais uma fase da operação P2J (Pedo to Jail), focada na erradicação de materiais relacionados ao abuso e exploração sexual infantil na internet.
Operação contra a pornografia infantil ocorreu nesta terça-feira (25) – Foto: Divulgação/PF/NDNessa nova fase, um suspeito de 32 anos e morador de Tubarão foi alvo da operação. Na residência dele, os agentes apreenderam equipamentos de informática, celulares e mídias de armazenamento.
O material, agora, será submetido a perícia. O objetivo é identificar outros suspeitos e as suas respectivas vítimas, bem como buscar informações que indiquem o envolvimento do suspeito com os crimes de produção de pornografia infantil e estupro de vulnerável.
SeguirA operação também contou com apoio do Sercop (Serviço de Repressão aos Crimes de Ódio e à Pornografia Infantil na Internet), ligado à Divisão de Crimes Cibernéticos da Polícia Federal em Brasília, bem como de organismos internacionais, como o NCMEC (National Center for Missing and Exploited Children).
Relembre as fases da operação
Em novembro, a PF já havia realizado um desdobramento da operação em Criciúma, onde aprendeu equipamentos de informática, celulares e mídias de armazenamento.
Segundo o órgão, os itens eram utilizados por um suspeito, residente na cidade, para armazenar e compartilhar imagens e vídeos com conteúdo de abuso sexual infanto-juvenil.
Nas outras fases da Operação P2J um homem de 48 anos também foi preso em Cocal do Sul, e materiais eletrônicos, apreendidos em Tubarão e Araranguá.
Pena para esses casos
Segundo a PF, para o crime de posse/armazenamento de arquivos de pornografia infantil, tipificado no artigo 241-B do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), a pena é de um a quatro anos de reclusão.