O jovem que matou a mãe com um “mata leão” em Joinville, no Norte do Estado, foi denunciado pelo MPSC (Ministério Público de Santa Catarina) por feminicídio. Outras três qualificadoras do crime de homicídio, além do furto, também foram aplicadas na denúncia.
Albertina Schmitz, de 61 anos, foi encontrada morta nesta quarta-feira (6), no bairro Iririú – Foto: Redes Sociais/DivulgaçãoO corpo de Albertina Schmitz Tasca, de 61 anos, foi encontrado na quarta-feira (6), na casa onde morava, no bairro Iririú, zona Leste da cidade, após a família desconfiar sobre o paradeiro da idosa. Ela teria sido morta no sábado (2), após uma briga com o suspeito, que é seu filho.
Após a morte, Leonardo chegou a levar amigos para beber na casa no fim de semana. Albertina estava trancada no banheiro durante o encontro. O jovem também teria levado duas televisões e o carro da mãe.
SeguirNa denúncia, oferecida nesta terça-feira (12), o promotor Ricardo Paladino, enfatizou que o motivo do crime foi fútil, já que ocorreu após um desentendimento entre a vítima e o suspeito. Além disso, ele teria empregado um recurso que dificultou a defesa de Albertina – asfixia.
Também foi imposta a qualificadora em relação a idade, já que a vítima era idosa – mais de 60 anos. O feminicídio foi considerado devido ao crime ter ocorrido em contexto de violência doméstica e familiar (mãe e filho).
Por fim, ele foi denunciado por furto, devido ao fato de ter retirado da casa duas televisões, que vendeu para pessoas “desconhecidas que encontrou na rua”.
Agora, a denúncia passará por uma análise do juiz responsável pelo caso. Leonardo segue preso preventivamente no Presídio Regional de Joinville.