MP denuncia suspeito de estupro dentro de loja em Joinville

Polícia Civil concluiu as investigações e agora o Ministério Público ingressou com ação penal contra o suspeito de estuprar jovem dentro de loja em Joinville

Raquel Schiavini Schwarz Joinville

Receba as principais notícias no WhatsApp

A Polícia Civil de Joinville, por meio da Dpcami, já concluiu as investigações contra o suspeito de estuprar uma jovem dentro de uma loja, no Centro de Joinville, no dia 22 de outubro.  E, agora, o Ministério Público ingressou com ação pena, ou seja, denunciou o suspeito.

O suspeito é Celso do Rocio da Silva Pinto, 70 anos, que continua preso no Presídio Regional de Joinville. Com uma extensa ficha criminal, Celso do Rocio da Silva Pinto tem passagens policiais, acusações e condenações por crimes sexuais cometidos em três estados: Paraná, São Paulo e Santa Catarina.

notícia sobre o suspeito de ter estuprado jovem dentro de loja em JoinvilleDiário do Paraná noticiou crime cometido em 1976, em Curitiba – Foto: Reprodução

Na tarde do dia 22 de outubro, Celso do Rocio da Silva Pinto entrou em uma loja no cento de Joinville e teria feito uma espécie de ritual contra a vítima, uma jovem de 24 anos que atendia no estabelecimento. Na sequência, teria estuprado a jovem e roubado R$ 200 reais em dinheiro. Tudo foi registrado pelas câmeras de segurança da loja.

Faça como milhões de leitores informados: siga o ND Mais no Google. Seguir

Celso do Rocio da Silva Pinto foi preso na noite do mesmo dia em uma operação conjunta entre as polícias Civil e Militar de Joinville.

Momento da prisão do suspeito de estupro de jovem dentro de loja em Joinville – Foto: Divulgação NDMomento da prisão do suspeito de estupro de jovem dentro de loja em Joinville – Foto: Divulgação ND

Com base nos detalhes do flagrante, o delegado Pedro Alves, da Dpcami, pediu a prisão preventiva de Celso do Rocio da Silva Pinto pelos crimes de estupro de vulnerável com penas que variam entre oito e quinze anos, além de roubo.  A Justiça acatou o pedido e decretou a preventiva.

“Na hora da prisão em flagrante do suspeito, a Polícia Civil já entendeu que havia prova da materialidade do crime e apontou a autoria. Por isso, pediu a conversão da prisão em flagrante em preventiva. Também foi verificado que ele tinha um histórico criminal vasto, o que indicava a possibilidade de ele voltar a cometer o crime”, explica delegado Pedro Alves.

Agora, o Ministério Público denunciou Celso do Rocio da Silva Pinto à Justiça. Portanto, o MP está o acusando Celso do Rocio da Silva Pinto ter cometido o crime.  Tecnicamente, ele deixa de ser suspeito e passa a ser acusado. 

Celso do Rocio da Silva Pinto está sendo representado pela Defensoria Pública. O defensor público Vinicius Manuel Ignácio Garcia explicou que pediu sigilo do processo e optou por não comentar o caso.

Tópicos relacionados