Mulher é assassinada a tiros por foragido da justiça em Campos Novos

O suspeito tem passagens por diversos crimes, entre elas, homicídio qualificado e estaria foragido. O caso ocorreu na noite de segunda-feira (29)

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Redação ND Chapecó

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Uma mulher, de 30 anos, foi assassinada a tiros por um homem foragido da justiça em Campos Novos, no Meio-Oeste de Santa Catarina. O caso foi atendido pela Polícia Militar, por volta das 21h30 na terça-feira (29). O suspeito, de 27 anos, atirou na vítima na rua Juvelino Fernandes da Silva, bairro Nossa Senhora Aparecida.

O suspeito de matar a mulher em Campos Novos estaria foragido da justiça. — Foto: Google Maps/ReproduçãoO suspeito de matar a mulher em Campos Novos estaria foragido da justiça. — Foto: Google Maps/Reprodução

O Corpo de Bombeiros foi acionado e encontrou a vítima já sem vida e com diversos machucados provocados pelos disparos de arma de fogo, os quais atingiram a cabeça da mulher. A polícia informou que ela seria esposa do suspeito.

Segundo testemunhas informaram para a guarnição, o suspeito fugiu em um carro, de modelo VW/JETTA, de cor branca. Até o momento da publicação desta matéria, na manhã de quarta-feira (30), o suspeito não foi localizado.

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Conforme informado pela polícia, o homem estaria foragido da justiça e conta com passagens policiais por tráfico de drogas, homicídio qualificado, posse de drogas e dano. Além disso, associação para o tráfico, corrupção de menores, roubo, fuga de pessoa presa, ameaça e lesão corporal.

A Polícia Civil investiga o caso, ainda não há detalhes da motivação do crime. A Polícia Cientifica também foi acionada para a perícia e os procedimentos legais cabíveis.

Como denunciar

Em caso de suspeita de violação dos direitos de uma mulher, a vítima, ou o denunciante, deve procurar a delegacia de polícia especializada mais próxima. A denúncia pode ser feita nos números de telefone 180, 190 ou 197. A ligação é gratuita e o serviço funciona 24 horas, todos os dias da semana.

O Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, que apoia a Operação Maria da Penha, também mantém a Central de Atendimento à Mulher — Ligue 180, que oferece escuta e acolhida qualificada às mulheres em situação de violência, registrando e encaminhando denúncias, reclamações, sugestões ou elogios aos órgão competentes.

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