Mulher é presa suspeita de queimar pênis do marido com soda cáustica

Suspeita de jogar soda cáustica no marido foi presa na segunda-feira (15); polícia diz que mulher dopou companheiro com substância tranquilizante

Foto de Laura Machado

Laura Machado Florianópolis

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Uma mulher, de 56 anos, foi presa preventivamente na segunda-feira (15) suspeita de queimar o pênis do próprio marido com soda cáustica. O crime aconteceu em abril no município de Uruaçu, em Goiás, e, segundo a polícia, foi motivado por ciúmes.

Mulher sendo conduzida por duas policiais após jogar soda cáustica no maridoSuspeita de jogar soda cáustica no marido foi presa na segunda-feira (15) – Foto: PCGO/Divulgação/ND

Soda cáustica foi diluída antes do ataque

Conforme a PCGO (Polícia Civil de Goiás), a vítima, de 43 anos, tem um relacionamento com a suspeita há pelo menos 10 e sofreu queimaduras gravíssimas na região genital por conta da soda cáustica.

O crime aconteceu no dia 25 de abril deste ano e a prisão preventiva da suspeita ocorreu na segunda-feira (15).

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A investigação da polícia apontou que a vítima foi sedada com Rivotril – nome comercial da substância clonazepam, tranquilizante indicado para tratamento de convulsões, transtorno de pânico e ansiedade – e chegou a perder a consciência.

Mãos de homem branco seguram vidro pequeno da susbtância clonazepamSuspeita utilizou clonazepam, conhecido sob o nome comercial Rivotril, para dopar a vítima – Foto: PCGO/Divulgação/ND

Ainda segundo a PCGO, a suspeita teria diluído a soda cáustica e jogado no pênis do companheiro, provocando queimaduras graves e deformidades permanentes na região genital dele.

Crime foi motivado por ciúmes, diz polícia

A suspeita chegou a negar a autoria do crime, no entanto, a polícia identificou que a intenção da mulher era que a vítima não tivesse mais condições de se relacionar sexualmente com outras pessoas.

Mulher com cabeça borrada mostrando produtos de limpeza para policial fardado com roupa pretaMulher convivia com a vítima há cerca de 10 anos e, inicialmente, negou a autoria do crime – Foto: PCGO/Divulgação/ND

A polícia encaminhou a suspeita para a Unidade Prisional Feminina de Barro Alto e ela pode responder pelo crime de lesão corporal gravíssima, com pena que pode chegar a mais de 10 anos de reclusão.

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