O delegado Pedro Alves, da Delegacia de Proteção a Criança, Adolescente, Mulher e Idoso (Dpcami), em Joinville, já está investigando a denúncia de estupro contra uma mulher de 24 anos, que atendia em uma loja, no centro de Joinville.
Segundo relato da vítima à Polícia Militar, um homem com idade entre 50 e 60 anos, alto, acima do peso, usando roupa social e mochila preta entrou na loja por volta das 13h30 desta quinta-feira (22), teria feito uma espécie de hipnose na vítima e a teria estuprado nos fundos do estabelecimento. Depois, fugiu. O homem teria permanecido uma hora dentro da loja e feito o ritual. Já a vítima estava sozinha no momento do crime.
A equipe da Dpcami já está averiguando as câmeras de segurança da loja e das ruas centrais de Joinville para tentar identificar o homem.
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Delegacia de Proteção a Criança, Adolescente, Mulher e Idoso (Dpcami) de Joinville está investigando o caso- Foto: Divulgação NDAlém disso, o delegado Pedro irá ouvir a vítima possivelmente ainda na tarde desta quinta-feira, após ela passar por exames médicos.
Segundo o delegado, neste momento, as informações ainda são superficiais. Apenas depois de ouvir a vítima, analisar as imagens das câmeras de segurança e periciar o material genético do homem nas roupas da mulher será possível concluir o que aconteceu dentro da loja.
O delegado também soube do relato de hipnose, mas voltou a dizer que ainda é cedo para cravar qualquer informação. Isto será apurado.
Se realmente foi confirmado o estupro e averiguado que a vítima não teve capacidade de resistência, o caso poderá ser enquadrado como estupro de vulnerável, com penas que variam entre 8 e 15 anos.
Em três anos na Dpcami, o delegado afirma nunca ter se deparado com um caso como este. “É bastante incomum.”
Caçada ao suspeito
Neste momento, as polícias Civil e Militar estão rondas pela cidade para tentar localizar o suspeito. Todos os shoppings da cidade foram avisados sobre as características do homem. Tanto a Polícia Civil quanto a Militar já tem fotos do suspeito.
Denúncias ou informações poderão ser repassadas para o 181 do disque-denúncias ou 190 da Polícia Militar.