“Quem aponta arma de fogo para um policial com a intenção de praticar uma injusta agressão outra reação não pode esperar do que chuva de aço quente”
– Foto: Reprodução/ Record TV. Opinião é do delegado da PC de Santa Catarina, o carioca Eduardo Senna, que tem o seguinte pensamento: “Contudo, fosse possível a prisão de criminosos como Lázaro Barbosa de Sousa , a psiquiatria e psicologia forenses teriam interessante oportunidade de estudo do perfil de vida destas pessoas , com contribuição significativa para a área da criminologia. Identicamente, a utilidade das informações acerca da cronologia , dinâmica e técnicas rurais empregadas durante o período em que permaneceu foragido e sob busca, para que as unidades de operações policiais possam rever estratégias empregadas e aprimorar suas atividades. Mas como dito inicialmente, jamais aponte uma arma de fogo para um policial”.
Também, nesse caso, a sociologia, a fim de entender e alertar a sociedade e os poderes públicos acerca dos fatores sociais que possam ter contribuído para que uma pessoa , infelizmente, tivesse uma história e fim como o ocorrido