Cacau Menezes cacau.menezes@ndtv.com.br

Apaixonado pela sua cidade, por Santa Catarina, pelo seu país e pela sua profissão. São 45 anos, sete dias por semana, 24 horas por dia dedicados ao jornalismo

Não deu para prendê-lo vivo, Lázaro foi morto com uma chuva de aço quente

Fugitivo goiano renderia se preso bons estudos de sua mente assassina

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“Quem aponta arma de fogo para um policial com a intenção de praticar uma injusta agressão outra reação não pode esperar do que chuva de aço quente”

– Foto: Reprodução/ Record TV– Foto: Reprodução/ Record TV

. Opinião é do delegado da PC de Santa Catarina, o carioca Eduardo Senna, que  tem o seguinte pensamento: “Contudo, fosse possível a prisão de criminosos como Lázaro Barbosa de Sousa , a psiquiatria e psicologia forenses teriam interessante oportunidade de estudo do perfil de vida destas pessoas , com contribuição significativa para a área da criminologia. Identicamente, a utilidade das informações acerca da cronologia , dinâmica e técnicas rurais empregadas durante o período em que permaneceu foragido e sob busca, para que as unidades de operações policiais possam rever estratégias empregadas e aprimorar suas atividades. Mas como dito inicialmente, jamais aponte uma arma de fogo para um policial”.
Também, nesse caso, a sociologia, a fim de entender e alertar a sociedade e os poderes públicos acerca dos fatores sociais que possam ter contribuído para que uma pessoa , infelizmente, tivesse uma história e fim como o ocorrido

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