Nego Di alugou mansão por 90 dias a R$ 80 mil em Jurerê Internacional

Informação obtida pela reportagem dá conta de que ele permaneceu na residência, com a esposa, por cerca de 40 dias até ser preso por estelionato

Foto de Vivian Leal

Vivian Leal Florianópolis

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O influenciador e humorista Nego Di, investigado em um esquema de estelionato que lesou 370 pessoas, estava morando em uma mansão em área nobre de Florianópolis, antes de ser capturado.

Ele foi preso pela PCRS (Polícia Civil do Rio Grande do Sul) no domingo (14), durante a Operação 300+.

Mansão, alugada por Nego Di, custou R$ 80.000 pelo período de três mesesMansão, alugada por Nego Di, custou R$ 80.000 pelo período de três meses – Foto: Redes sociais/ Reprodução/ ND

Aluguel de mansão onde Nego Di foi preso, em Jurerê, custou R$80.000

A reportagem do ND Mais apurou, junto à Polícia Civil, que a mansão onde o influenciador foi localizado havia sido alugada cerca de 40 dias antes da operação ser desencadeada.

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O endereço em que ele estava com a esposa, Gabriela Sousa, fica em Jurerê Internacional, área nobre de Florianópolis. O local também foi alvo de investigação do Ministério Público do Rio Grande do Sul.

O contrato de aluguel tinha vigência de 90 dias, com custo aproximado de R$ 80.000. A diária estimada fica na casa dos R$ 890. A Polícia Civil não confirmou como foi feito e se o pagamento chegou a ser concluído.

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    Veículo de luxo foi apreendido em frente à mansão alugada por Nego Di - MPRS/ Divulgação/ ND
    Veículo de luxo foi apreendido em frente à mansão alugada por Nego Di - MPRS/ Divulgação/ ND
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    Casa alugada por Nego Di fica na praia de Jurerê Internacional, em Florianópolis - MPRS/ Divulgação/ ND
    Casa alugada por Nego Di fica na praia de Jurerê Internacional, em Florianópolis - MPRS/ Divulgação/ ND

Humorista é investigado por estelionato e lavagem de dinheiro

Dilson Alves foi preso no domingo (14), em decorrência de um inquérito policial que apura 370 crimes de estelionato, cometidos a partir da venda de equipamentos eletrônicos em uma loja virtual. Segundo a PCRS, a fraude alcançou receita de mais de R$ 5 milhões e o prejuízo às vítimas ultrapassa os R$ 300 mil.

Nego Di e sua esposa também são investigados pelo Ministério Público gaúcho, por suspeita de lavagem de dinheiro mediante rifas virtuais. O esquema desviou de cerca de R$ 2 milhões. Na segunda-feira (15), o Poder Judiciário negou pedido de habeas corpus feito pela defesa do influenciador.