Cacau Menezes cacau.menezes@ndtv.com.br

Apaixonado pela sua cidade, por Santa Catarina, pelo seu país e pela sua profissão. São 45 anos, sete dias por semana, 24 horas por dia dedicados ao jornalismo

Nos tempos que guardas noturnos corriam com os assaltantes e ladrões de galinhas

Foi na Ilha da Magia nos  idos da  década de 1950 que existiu  um certo Coronel Trujullo  Mello, que foi Chefe de Polícia temido por todos

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Foto: Divulgação/Unsplash/NDFoto: Divulgação/Unsplash/ND

Foi na Ilha da Magia nos  idos da  década de 1950 que existiu  um certo Coronel Trujillo  Mello, que foi Chefe de Polícia, cabendo- lhe a expressão  “La sécurité c’est moi “( A segurança sou eu)  imitação guardadas as devidas proporções  do rei francês Luís XVI,  que proclamava L’État c’est moi ( O Estado sou eu). Trujillo  não era autoridade de gabinete. Preferia ser visto na Praça XV de Novembro, no centro de Floripa,  acompanhado por dois policiais. Outros dois espertos soldados permaneciam na rodoviária, a observar as pessoas que chegavam. Tipos estranhos eram levados à presença do Coronel, que perguntava ao “cajo” de onde procedia, se tinha dinheiro para estada na Ilha, onde iria alojar-se,  etc. Se concluía ser um desses que,  hoje são nominados de “situação de rua , no ato  determinava que o “cajo” dormiria no abrigo público e, no dia seguinte , seria devolvido para onde veio. Naqueles tempos, guardas noturnos corriam com os assaltantes e ladrões de galinhas.