Cacau Menezes cacau.menezes@ndtv.com.br

Apaixonado pela sua cidade, por Santa Catarina, pelo seu país e pela sua profissão. São 45 anos, sete dias por semana, 24 horas por dia dedicados ao jornalismo

O massacre na creche de Blumenau e suas repercussões e discussões

Loucos, pero no mucho: Por qual razão esses assassinos, chamados de doentes mentais, de loucos, que matam professoras e crianças em escolas e creches, não atacam favelas fortemente armadas com fuzis?

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Local foi fechado pelos bombeiros e, agora, é cena de crime – Foto: Vinicius Bretzke/Eduardo Fronza/Reprodução/NDLocal foi fechado pelos bombeiros e, agora, é cena de crime – Foto: Vinicius Bretzke/Eduardo Fronza/Reprodução/ND

O assassino da creche de Blumenau,  se condenado à pena de 30 anos, poderá vir a cumprir somente cinco anos e ser solto .

Poderá então se encontrar com aquele professor que o apoiou nessa chacina e cuja pena se restringiu ao uso de tornozeleira paga por nós contribuintes. Essa tornozeleira, porém, não impedirá esse professor de usar a internet para incitar outros à prática deste crime covarde. Prática,  aliás, que já encontrou um seguidor adolescente em Goiás, mas por ser menor, não será encarcerado.

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Por qual razão esses assassinos, chamados de doentes mentais, de loucos, não atacam favelas fortemente armadas com fuzis? Mas não, esses covardes escolhem escolas e creches , onde só encontram professoras, crianças e bebês. São loucos pero  no mucho.

E com uma justiça como a nossa,  só restou à comunidade de Blumenau reformar a creche e trocar-lhe o nome,  como se isso pudesse dar algum resultado.

Troca de nome só deu resultado no caso da empresa Serrana Engenharia que, investigada por fraude milionária, trocou seu nome para Versa e assim pôde participar da licitação para coleta de lixo e sair vencedora nesse processo licitatório. E salve-se quem puder.

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