Prisão, dinheiro e sumiço: o que se sabe sobre o assassinato de empresário de Florianópolis

Caso teve novo desdobramento na última sexta-feira após prisão da esposa da vítima; Gustavo Sagaz foi achado morto há mais de três semanas

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Redação ND Florianópolis

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Prestes a completar um mês desde que Gustavo Sagaz foi encontrado morto, em Florianópolis, ainda há diversas perguntas que faltam ser respondidas sobre as circunstâncias da sua morte.

O caso teve novo desdobramento na última sexta-feira (22), quando a esposa do empresário teve prisão temporária decretada.

Sagaz estava desaparecido desde segunda-feira (28) – Foto: Reprodução/ NDSagaz estava desaparecido desde segunda-feira (28) – Foto: Reprodução/ ND

Quem era Gustavo Sagaz?

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Sagaz era proprietário de uma empresa de terraplanagem e morava no bairro Ingleses, no Norte da Ilha de Santa Catarina – região onde também cresceu. Ele era casado e pai de um casal de filhos, um menino, de cinco anos, e uma menina, de três.

Quando ele foi encontrado morto?

A vítima teve desaparecimento registrado no dia 28. O corpo foi encontrado com marcas de facada em Florianópolis no dia seguinte, na Praia do Moçambique, no Leste da Ilha de Santa Catarina. Perícias posteriores confirmaram que ele foi morto a facadas, segundo a DH (Delegacia de Homicídios da Capital).

Onde ele foi assassinado? Carregava dinheiro?

O boletim de ocorrência registrado pela companheira de Sagaz relatava que ele tinha saído de casa do R$ 40 mil. O intuito era comprar um motor de caminhão em Rio do Sul, no Vale do Itajaí, conforme o documento.

Ambas as informações foram afastadas pela DH no curso da investigação: Sagaz não transportava altas quantias de dinheiro e sequer chegou a sair de Florianópolis, segundo a Polícia Civil.

Qual foi a motivação da morte?

A motivação do homicídio ainda é investigada.

Qual a relação da esposa do empresário com o crime?

Apesar de ter realizado a prisão da esposa na última sexta-feira, a Polícia Civil não informou o motivo ou se está confirmada a participação da companheira da vítima no crime. O caso é investigado em sigilo.

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