A operação denominada Gallardo da Polícia Federal (PF) foi deflagrada na manhã desta terça-feira (27), com o apoio da Procuradoria da República em Itajaí, onde as investigações iniciaram a partir de inconsistências identificadas na compra direta do veículo de luxo Lamborghini Gallardo perante a 1ª Vara Federal de Itajaí.
O Lamborghini Gallardo já havia sido apreendido anteriormente e alienado no âmbito da operação Oceano Branco, quando foi constatada uma injustificável divergência patrimonial entre o pagamento à vista do veículo de luxo e a renda da proprietária.
A suspeita, de acordo com a PF, é de que a pessoa que comprou o carro no leilão o tenha feito como interposta pessoal (“laranja”), uma vez que, aparentemente, não dispõe de recursos para tanto.
SeguirO veículo custa aproximadamente R$ 1 milhão. A origem do dinheiro utilizado para a arrematação ainda é investigada. Nesta terça-feira, foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão em endereços comerciais e residenciais dos investigados nas cidades de Joinville e Balneário Camboriú.
Ao todo, um carro e uma moto de luxo foram apreendidos. Os investigados responderão pelo crime de lavagem de dinheiro, cuja pena pode chegar a 10 anos de prisão.