Operação da PF mira venda de eletrônicos e sequestra bens de R$ 728 mil em Chapecó

A venda de eletrônicos é investigada como descaminho, ou seja, entrada e comercialização de mercadorias de procedência estrangeira, introduzidos clandestinamente no território nacional

Foto de Caroline Figueiredo

Caroline Figueiredo Chapecó

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A venda de eletrônicos como smartphones, videogames, computadores, entre outros, de procedência estrangeira, por meio da internet, foi alvo de operação da PF (Polícia Federal) em Chapecó, no Oeste de Santa Catarina. 

Operação da PF mira venda de eletrônicos e sequestra bens de R$ 728 mil em ChapecóJustiça ainda decretou o sequestro dos bens dos investigados em valor que supera os R$ 728 mil reais. – Foto: Polícia Federal/Divulgação/ND
Cinco mandados de busca e apreensão foram cumpridos pela Polícia Federal em operação que investiga a venda de eletrônicos. – Foto: Polícia Federal/Divulgação/NDCinco mandados de busca e apreensão foram cumpridos pela Polícia Federal em operação que investiga a venda de eletrônicos. – Foto: Polícia Federal/Divulgação/ND

Após investigação sobre a venda de eletrônicos, que se configura como crime de descaminho, foram cumpridos, nesta quarta-feira (7), cinco mandados de busca e apreensão em casas e estabelecimentos comerciais de suspeitos.

Operação investiga a venda de eletrônicos de forma clandestina

Segundo a PF, a Operação Direct CCO foi deflagrada em conjunto com a Receita Federal para combater o crime de descaminho, o qual é a entrada e comercialização de mercadorias de procedência estrangeira, introduzidos clandestinamente no território nacional.

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Além dos mandados, a Justiça ainda decretou o sequestro dos bens dos investigados em valor ques supera os R$ 728 mil reais.

Cinco mandados de busca e apreensão foram cumpridos pela Polícia Federal. – Foto: Polícia Federal/Divulgação/NDCinco mandados de busca e apreensão foram cumpridos pela Polícia Federal. – Foto: Polícia Federal/Divulgação/ND

De acordo com a PF, as investigações iniciaram em abril deste ano após o recebimento de informações da Receita Federal sobre a venda dos produtos por meio da internet.

O inquérito policial continua em andamento e os investigados serão indiciados pela prática dos crimes de descaminho e associação criminosa, cuja pena máxima pode chegar a cinco anos de reclusão.

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