Operação de combate à lavagem de dinheiro mobiliza forças de segurança e bloqueia bens em SC

A operação “Família Mandrake” foi deflagrada no município de Concórdia e apreendeu R$ 15 mil em eletrônicos, além de cumprir mandados de busca

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Redação ND Chapecó

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A operação “Família Mandrake” foi deflagrada para investigar o crime de lavagem de dinheiro em Concórdia, no Vale do Rio Uruguai em Santa Catarina. Nesta sexta-feira (24), foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão.

A operação “Família Mandrake” foi deflagrada no município de Concórdia e apreendeu R$ 15 mil em eletrônicos. – Foto: Polícia Civil/Reprodução/NDA operação “Família Mandrake” foi deflagrada no município de Concórdia e apreendeu R$ 15 mil em eletrônicos. – Foto: Polícia Civil/Reprodução/ND

Conforme a Polícia Civil, a ação resultou na apreensão de R$ 8.650,00, em espécie, eletrônicos avaliados em mais de R$ 15.000,00, além de documentos referentes à compra e venda de imóveis, tanto em Concórdia como no Litoral Catarinense.

Na operação, também foi cumprido um mandado de sequestro de um automóvel. Outra ação da polícia foi o bloqueio de R$ 133.000,00 em ativos financeiros pertencentes aos investigados.

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O trabalho da Polícia Civil, através da DIC (Divisão de Investigações Criminais), contou com o apoio da DPCAMI (Delegacia de Proteção à Criança, Adolescente, Mulher e Idoso) e do LABLD (Laboratório de Tecnologia Contra a Lavagem de Dinheiro).

A investigação

Durante o ano de 2022, a Polícia Civil, por intermédio da DIC/Fron de Concórdia do LABLD, realizou investigação com objetivo de angariar elementos informativos que demonstrassem a prática do crime de lavagem de dinheiro.

Um dos suspeitos já havia sido investigado pela DIC pela prática do crime de tráfico de drogas, tendo, inclusive, sido condenado pelo Poder Judiciário de Concórdia e cumprido pena.

No entanto, conforme a polícia, ele apresentava um padrão de vida incompatível, possuía veículos e bens imóveis em nome de terceiros (laranjas). No caso estavam envolvidas a companheira e a mãe do suspeito.

Durante a investigação, a polícia representou pelo sequestro de bens e o bloqueio de ativos financeiros e mandados de busca e apreensão em endereços vinculados aos investigados, o que fora deferido pelo Poder Judiciário.

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