Operação Profusão que prendeu vereador de Joinville mira em advogado e outros suspeitos em SC

Nova fase da investigação prendeu três pessoas e cumpriu 11 mandados de busca e apreensão em Joinville e São Francisco do Sul

Foto de Richard Vieira

Richard Vieira Joinville

Receba as principais notícias no WhatsApp

A Polícia Civil de Santa Catarina deu continuidade na manhã desta terça-feira (6) à Operação Profusão, com novos alvos em Joinville e São Francisco do Sul, no Norte catarinense. A investigação apura um suposto esquema criminoso no sistema de dados do Detran (Departamento Estadual de Trânsito).

  • 1 de 3
    Operação que levou vereador de Joinville à prisão mira em advogado e outros suspeitos em SC - PCSC/Divulgação/ND
    Operação que levou vereador de Joinville à prisão mira em advogado e outros suspeitos em SC - PCSC/Divulgação/ND
  • 2 de 3
    Nova fase da investigação prendeu três pessoas e cumpriu 11 mandados de busca e apreensão em Joinville e São Francisco do Sul - PCSC/Divulgação/ND
    Nova fase da investigação prendeu três pessoas e cumpriu 11 mandados de busca e apreensão em Joinville e São Francisco do Sul - PCSC/Divulgação/ND
  • 3 de 3
    Vereador Mauricinho Soares (MDB) foi um dos primeiros alvos da ação - PCSC/Divulgação/ND
    Vereador Mauricinho Soares (MDB) foi um dos primeiros alvos da ação - PCSC/Divulgação/ND

Essa terceira fase da operação resultou na prisão de três pessoas e no cumprimento de 11 mandados de busca e apreensão. A primeira fase da operação, em dezembro, já havia levado à prisão o vereador Mauricinho Soares (MDB).

Presos na operação

Segundo a Polícia Civil, nesta manhã foram presos um advogado, uma funcionária pública vinculada ao Detran e uma pessoa que atuava em prol do grupo criminoso.

Faça como milhões de leitores informados: siga o ND Mais no Google. Seguir

Ao ND Mais, o presidente do Detran/SC, Kennedy Nunes, informou que a investigada é terceirizada do órgão. “Pediremos a empresa que faça a substituição dela”, afirmou.

Investigação revela esquema criminoso

Conforme a investigação, ficou evidenciando, ao longo do inquérito, que outros suspeitos participavam como integrantes de um esquema criminoso voltado para a prática dos crimes de falsidade ideológica, inserção de dados falsos em sistema de informações, corrupção passiva, violação de sigilo funcional e corrupção ativa.

A operação foi desencadeada pela 3ª Decor – Delegacia de Polícia Especializada no Combate à Corrupção, e demais forças de segurança. A ação também contou com o acompanhamento da Comissão de Prerrogativas da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) – Subseção de Joinville.